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Migrantinopolis- Homem cai no golpe da compra de caminhão pela internet e perde 1600 reais

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maxresdefault-1Um morador do Distrito Migrantinópolis pertencente ao município de Nova Brasilândia caiu no golpe da compra pela internet na manhã desta ultima terça-feira (19).
Segundo informações a vítima havia encontrado um veículo Caminhão VW/82150 E DELIVERY PLUS 2011  placa OAD 1240 e interessou no veículo e adicionou o contato do proprietário no telefone e passaram negociar o veículo WhatSapp.
Foi feito um combinado com o suposto proprietário do veículo de mandar o caminhão e a vítima arcasse com as despesas para transporte do caminhão, com isso foi feito um acordo de depositar uma quantia de 1.600.00 reais em uma conta bancaria de outra pessoa.
Este suposto proprietário alegou não possuir conta bancaria que poderia depositar na conta de um amigo sem problemas e assim que confirmasse o deposito através de envio de comprovante encaminharia caminhão para Migrantinópolis/RO.
Após a vítima depositar e mandar o comprovante para o golpista, o mesmo não atendeu mais as ligações da vítima e bloqueou do WhatSapp o contato da vítima, ao notar que caiu no golpe, a vítima procurou a polícia para fazer a denuncia e que seja tomada as providencias.
Redação: Alex Tedeschi
Imagem ilustrativa

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Policial

Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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