Connect with us

Policial

Monitorado do sistema prisional é preso pela PRF em Porto Velho

Published

on

RO-monitorado-pvh-e1571586879691-696x387RO-monitorado-pvh-e1571586879691-696x387
Na noite de sábado, às 20h30, um apenado do sistema prisional, de 37 anos, foi preso por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), enquanto trafegava no km 61 da BR-319 (Avenida Jorge Teixeira, próximo à rotatória com a Avenida Imigrantes), em Porto Velho/RO, por desrespeitar os termos do cumprimento de sua pena.
O homem, que estava acompanhado de seu irmão, afirmou aos policiais que iria encontrar uma moça, que havia conhecido através de um aplicativo de relacionamento. Enquanto faziam a fiscalização, os agentes notaram que o indivíduo utilizava uma tornozeleira eletrônica, razão pela qual realizaram consultas aos sistemas e a servidores do sistema prisional, quando verificaram que ele não poderia, em qualquer hipótese, se afastar da sua residência.
RO-monitorado-pvh-1-e1571586773724-173x200
Por descumprir as regras do monitoramento eletrônico, o homem, que possui 4 passagens por roubo e formação de quadrilha, é considerado foragido da Justiça, razão pela qual foi preso pela guarnição da PRF e encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, na capital rondoniense. O condutor do veículo abordado foi liberado.
VIANúcleo de Comunicação Social – RO
FONTEPOLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Policial

Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

Published

on

Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

Continue Reading

Tendências

DIÁRIO DE RONDÔNIA © Since 2017 - 2026 Criado e Desenvolvido Por Mídia Mix Digital (69) 99320-9377 / 98126-2993