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Pedaços de garrafa quebrada durante briga em baile funk provocaram morte de universitária em MS

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A universitária Luana Farias de Oliveira, de 20 anos, morreu após ser atingida no rosto, e principalmente, no pescoço por pedaços de uma garrafa de vodca que foi quebrada a poucos centímetros dela em um baile funk, segundo a polícia. A festa ocorreu no domingo (3) no bairro Universitário, em Campo Grande.
De acordo com a delegada Célia Maria Bezerra, uma briga causada por ciúme resultou na morte de Luana, que passou pela confusão sem ter ideia do que estava ocorrendo. Um adolescente, de 15 anos, foi identificado e é o principal suspeito do crime.
“O adolescente estava com amigos e uma menina no baile, os dois estavam se beijando. O ex dela viu a cena e não gostou e foi tirar satisfação, foi nessa hora que começou a confusão. Eles trocaram socos e empurrões. Em um determinado momento o ex estava indo embora, mas o menor o perseguiu com a garrafa de vodca vazia e desferiu um golpe na cabeça do rapaz. Infelizmente, a Luana passava do lado quando isso ocorreu” , disse a delegada.
De acordo com a polícia os pedaços da garrafa atingiram veias importantes do pescoço de Luana, que foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por choque hipovolêmico (quando se perde grande quantidade de líquido e sangue).
O adolescente foi ouvido e liberado. Ele negou que tenha sido o autor da garrafada. Outras 13 pessoas também prestaram depoimento. As investigações apontam que o baile funk funcionava de maneira irregular, sem alvará e com a apenas um segurança. Menores podiam entrar com bebidas e cigarros e sem passar por qualquer tipo de revista.
No Facebook, a irmã de Luana, Jéssica Farias, desabafou: “Ela estava tão feliz ontem que subiu de cargo no serviço, ia pegar folga hoje e queria comemorar”.
Os organizadores do baile e presidente da associação ainda irão prestar depoimento, como há o envolvimento de menor o caso foi repassado para a delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude.
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FONTE:G1

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Sargento da PM é baleado com a própria arma após discussão por farol alto

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Um sargento da PM de 44 anos
foi baleado durante uma confusão na madrugada desta sexta-feira (19), na zona Leste de Porto Velho, após uma discussão iniciada por causa do farol alto de um carro. A briga evoluiu para uma luta pelo controle da arma do policial, envolveu várias pessoas e terminou com o militar ferido por um tiro no braço direito.

Quando guarnições da PM chegaram ao local, encontraram o sargento consciente e caído na via, próximo à motocicleta que conduzia. O proprietário do carro envolvido na confusão permanecia no local e estava com a pistola do militar, recolhida pelos policiais.

A confusão começou em frente a uma distribuidora de bebidas no bairro Cuniã. O proprietário de um veículo BYD contou que havia parado para comprar um energético quando foi informado por mulheres que estavam no local de que um motociclista havia reclamado da intensidade do farol de seu carro.

Pouco depois, segundo o relato dele, o motociclista retornou e passou a chutar a porta e tentar quebrar o retrovisor do veículo. A situação provocou uma discussão entre os dois.

Ainda conforme essa versão, outras pessoas se aproximaram para apoiar o dono do carro. Durante o desentendimento, o motociclista se identificou como policial militar e os ânimos aumentaram.

Nesse momento, começou uma luta pela arma que estava na cintura do policial. O proprietário do carro afirmou que segurou a mão do militar para impedir que a pistola fosse sacada, enquanto o sargento tentava manter o controle do armamento.

A confusão se agravou quando outros homens passaram a agredir o policial. Durante a luta, um tiro foi disparado. O proprietário do veículo relatou que um dos participantes ficou com a arma do militar nas mãos e chegou a dizer que seria melhor “matá-lo”.

Ele afirmou que entrou na frente para impedir que o policial continuasse sendo agredido, tomou a pistola desse homem e acionou a Polícia.

Outra Versão

Já o sargento contou que seguia para casa quando encontrou dificuldades para passar por um trecho da rua devido a um veículo estacionado com o farol alto ligado. Ele decidiu parar para alertar o proprietário sobre a situação e os dois acabaram discutindo.

O militar relatou que, durante a discussão, passou a ser cercado por várias pessoas. Com receio diante da situação, identificou-se como policial militar, mas afirmou que as pessoas continuaram se aproximando.

Segundo ele, as agressões começaram logo depois. Temendo perder a arma, levou a mão até a pistola, momento em que começou uma luta pelo armamento enquanto continuava sendo agredido.

O policial disse ainda que recebeu uma pancada na cabeça, que alguém tentou enforcá-lo e que, em meio à confusão, ouviu o tiro. Pouco depois percebeu que havia sido atingido no braço direito.

Sem flagrante

Após a situação ser controlada pela PM, o proprietário do carro foi levado para a delegacia. Como o policial sofreu uma fratura considerada grave, houve a tentativa de apresentação em flagrante. No entanto, o delegado de plantão não recebeu o procedimento e orientou a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O militar foi socorrido ao Hospital João Paulo II. Informações repassadas pela equipe médica apontam que o tiro atingiu a região do cotovelo do braço direito.

A arma do sargento, uma pistola calibre .380, foi recolhida juntamente com um carregador contendo 15 munições intactas.

Fonte: Rondoniagora

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