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Agricultura

Queda nos preços do arroz reflete excesso de oferta

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O ambiente global também tem sido marcado por incertezas

O ambiente global também tem sido marcado por incertezas – Foto: coniferconifer

Os preços do arroz vêm registrando queda nas últimas semanas em meio a um cenário de oferta elevada e demanda enfraquecida em diversos mercados. O ambiente global também tem sido marcado por incertezas geopolíticas, que aumentam a volatilidade e afetam o ritmo das negociações internacionais.

De acordo com a Associação de Produtores de Arroz dos Estados Unidos, o conflito no Oriente Médio tem ampliado a insegurança no comércio, com relatos de embarques sendo retidos e impactos diretos sobre a demanda. A entidade destaca que o aumento dos estoques globais intensifica a pressão sobre os preços, tornando o excesso de oferta ainda mais relevante diante de qualquer retração no consumo.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam que, desde fevereiro, as cotações de exportação recuaram entre os principais fornecedores globais, com exceção do Uruguai. Nos Estados Unidos, os preços caíram para 534 dólares por tonelada, refletindo vendas fracas. Na Índia, Vietnã, Paquistão e Tailândia, os recuos também foram atribuídos à menor demanda e, em alguns casos, ao avanço das colheitas ou à desvalorização cambial. O Uruguai apresentou movimento oposto, com leve alta devido à oferta restrita antes da nova safra.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura aponta que, em fevereiro, os preços globais tiveram leve alta mensal, mas permanecem abaixo do registrado há um ano. O comportamento foi heterogêneo entre os diferentes tipos de arroz, com valorização nos segmentos japonês e aromático e estabilidade ou queda em outros, influenciados por fatores como demanda regional, disponibilidade e variações cambiais.

Nas Américas, o início da colheita no Mercosul trouxe estabilidade em alguns mercados e recuos em outros, como no Brasil e nos Estados Unidos. A entidade também observa que estoques elevados podem levar à redução da área plantada na próxima safra norte-americana. Na Europa, representantes do setor alertam para uma crise crescente, impulsionada pelo aumento das importações, custos mais altos e exigências regulatórias.

Fonte: Agrolink 

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Agricultura

Atenção ao pulgão do milho, que pode reduzir produtividade em até 60%

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Praga avança rápido em tempo quente e seco e exige atenção desde o início da lavoura

O milho está em formação, verde, com bom desenvolvimento. À primeira vista, tudo parece em ordem. Mas, ao olhar mais de perto, pequenos pontos começam a aparecer nas folhas. É ali que o pulgão-do-milho se instala, de forma silenciosa, com potencial para virar um problema sério em poucos dias.

Em condições de temperaturas mais elevadas e irregularidade de chuvas, esse inseto encontra o ambiente ideal para se multiplicar. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a população cresce rapidamente e pode causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque acontece ainda na fase vegetativa, quando a planta está mais sensível.

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, explica Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.

Os sinais ficam mais claros com o passar dos dias. As folhas começam a apresentar clorose, perdendo o verde e ficando amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, aparece uma camada pegajosa sobre a superfície, que facilita o surgimento da fumagina, pó escuro que recobre a folha e impede a planta de aproveitar a luz do sol.

Quando o agricultor percebe, muitas vezes a infestação já ganhou espaço. Por isso, faz toda a diferença caminhar pela lavoura e observar de perto. Nesse momento é preciso ter planejamento. O uso de inseticidas, ainda no início da infestação, segura o avanço da praga.

Sperto, produto da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é uma solução eficaz para esses casos.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira.

A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

Julia Abellan

Texto Comunicação Corporativa

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