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Agronegócios

Boi gordo inicia semana com mercado lento e indústria fora das compras

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Boi gordo inicia semana com preços estáveis

O mercado do boi gordo começou a semana em ritmo mais lento, com preços estáveis e redução nas compras por parte da indústria frigorífica. O comportamento é considerado típico para o início da semana, especialmente às segundas-feiras, quando o volume de negociações tende a ser menor.
Foto: Canva

De acordo com análise do setor, parte dos frigoríficos optou por se manter fora do mercado, enquanto aqueles ativos seguiram negociando com base nos valores praticados no fechamento da semana anterior. Mesmo com registros pontuais de negócios acima das referências, o volume ainda não foi suficiente para alterar o cenário geral de estabilidade.

Apesar da lentidão nas negociações, há sinais de pressão de alta nos preços. No entanto, fatores como os custos com frete seguem influenciando as decisões de compra das indústrias, limitando movimentos mais firmes no mercado.

As escalas de abate permanecem equilibradas, com média de sete dias, indicando um balanço entre oferta e demanda. Em outras regiões, como Roraima, o cenário também é de estabilidade, sem alterações relevantes nas cotações.

No mercado atacadista de carne com osso, o volume de vendas apresentou recuo ao longo da semana, movimento já esperado pelo setor. Mesmo assim, os estoques disponíveis foram suficientes para atender à demanda. Algumas categorias registraram leve valorização, enquanto outras permaneceram estáveis.

Entre os destaques, a carcaça do boi inteiro teve alta de 1,1%, enquanto a vaca e a novilha avançaram 1,2% e 1,8%, respectivamente. Já o boi capão manteve estabilidade nos preços.

No segmento de proteínas alternativas, o frango apresentou valorização, com alta de 2,5%, enquanto o preço do suíno especial permaneceu estável, refletindo um cenário de consumo ainda moderado.

Perspectiva

O início de semana reforça um mercado cauteloso, com negociações pontuais e indústria mais seletiva. A tendência de curto prazo dependerá do ritmo das vendas no atacado e da evolução da demanda interna, além dos custos logísticos que continuam impactando o setor.

Fonte: Gerada Pelo ChatGpt com Informações de Agrolink – Seane Lennon

Publicado em 23/03/2026 às 16:54h.

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Agricultura

Atenção ao pulgão do milho, que pode reduzir produtividade em até 60%

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Praga avança rápido em tempo quente e seco e exige atenção desde o início da lavoura

O milho está em formação, verde, com bom desenvolvimento. À primeira vista, tudo parece em ordem. Mas, ao olhar mais de perto, pequenos pontos começam a aparecer nas folhas. É ali que o pulgão-do-milho se instala, de forma silenciosa, com potencial para virar um problema sério em poucos dias.

Em condições de temperaturas mais elevadas e irregularidade de chuvas, esse inseto encontra o ambiente ideal para se multiplicar. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a população cresce rapidamente e pode causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque acontece ainda na fase vegetativa, quando a planta está mais sensível.

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, explica Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.

Os sinais ficam mais claros com o passar dos dias. As folhas começam a apresentar clorose, perdendo o verde e ficando amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, aparece uma camada pegajosa sobre a superfície, que facilita o surgimento da fumagina, pó escuro que recobre a folha e impede a planta de aproveitar a luz do sol.

Quando o agricultor percebe, muitas vezes a infestação já ganhou espaço. Por isso, faz toda a diferença caminhar pela lavoura e observar de perto. Nesse momento é preciso ter planejamento. O uso de inseticidas, ainda no início da infestação, segura o avanço da praga.

Sperto, produto da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é uma solução eficaz para esses casos.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira.

A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

Julia Abellan

Texto Comunicação Corporativa

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