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Agricultura

Projeto da ONU levará capacitação a 600 agricultores familiares de Rondônia

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Com foco na inclusão produtiva de mulheres empreendedoras, a iniciativa atuará nas cadeias produtivas do café e do cacau em seis municípios do Estado

Projeto inclui incentivo à adoção de sistemas agroflorestais nas cadeias do café e do cacau — Foto: Embrapa Rondônia

Porto Velho/RO – Um projeto liderado pela ONU para o fortalecimento da bioeconomia na Amazônia vai capacitar diretamente cerca de 600 agricultores familiares em Rondônia. Com foco na inclusão produtiva de mulheres empreendedoras, a iniciativa atuará nas cadeias produtivas do café e do cacau em seis municípios do Estado.

“A bioeconomia só será sustentável se for inclusiva. E só será inclusiva se enfrentar, de forma direta, as desigualdades de gênero. Garantir a participação plena das mulheres é uma questão de direitos e, principalmente, uma condição para a inovação, para a eficiência econômica e para a sustentabilidade ambiental”, destacou, em nota, a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret.

Intitulado “Empoderando Mulheres Empreendedoras e Agricultores Familiares por meio da Bioeconomia em Rondônia”, o projeto prevê ações de capacitação técnica, estímulo à sustentabilidade ambiental, agregação de valor à produção e criação de Unidades de Referência Tecnológica. Serão beneficiados produtores de Alta Floresta, Cacoal, Novo Horizonte d’Oeste, Jaru, Ariquemes e Ouro Preto do Oeste.
A iniciativa é liderada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), com assistência técnica da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da ONU Mulheres. O projeto é coordenado pelo Governo de Rondônia e financiado pelo Canadá, no âmbito do Fundo Brasil-ONU para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia.
Por: Redação Em RondôniaFonte: Redação Globo Rural

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Agricultura

Atenção ao pulgão do milho, que pode reduzir produtividade em até 60%

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Praga avança rápido em tempo quente e seco e exige atenção desde o início da lavoura

O milho está em formação, verde, com bom desenvolvimento. À primeira vista, tudo parece em ordem. Mas, ao olhar mais de perto, pequenos pontos começam a aparecer nas folhas. É ali que o pulgão-do-milho se instala, de forma silenciosa, com potencial para virar um problema sério em poucos dias.

Em condições de temperaturas mais elevadas e irregularidade de chuvas, esse inseto encontra o ambiente ideal para se multiplicar. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a população cresce rapidamente e pode causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque acontece ainda na fase vegetativa, quando a planta está mais sensível.

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, explica Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.

Os sinais ficam mais claros com o passar dos dias. As folhas começam a apresentar clorose, perdendo o verde e ficando amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, aparece uma camada pegajosa sobre a superfície, que facilita o surgimento da fumagina, pó escuro que recobre a folha e impede a planta de aproveitar a luz do sol.

Quando o agricultor percebe, muitas vezes a infestação já ganhou espaço. Por isso, faz toda a diferença caminhar pela lavoura e observar de perto. Nesse momento é preciso ter planejamento. O uso de inseticidas, ainda no início da infestação, segura o avanço da praga.

Sperto, produto da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é uma solução eficaz para esses casos.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira.

A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

Julia Abellan

Texto Comunicação Corporativa

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