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Ex-morador de Rolim de Moura assassinado a pauladas em Vilhena, implorou pela vida, “Não faz isso, eu vou te pagar, para”

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Sidnei de Oliveira Petini, de 40 anos, foi assassinado na tarde de sexta-feira, 14, quando caminhava pela Avenida 1703, no bairro Jardim Primavera, em Vilhena.
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Conforme boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros, foram chamados por populares informando que um homem havia sido agredido a paulada no meio da rua.
Ao chegar no local, os militares confirmaram a informação, a vítima estava no chão gravemente ferida.
Sidnei foi levado para o pronto-socorro do hospital regional, porém, ao dar entrada não resistiu ao ferimento e morreu.
Testemunhas contaram à polícia que a vítima antes de ser agrida falou: “Não faz isso, eu vou te pagar, para”. Entretanto, apesar da vítima implorar pela vida, o executor não teve piedade e desferiu a paulada que acabou matando Sidinei.
Sidnei era oriundo do município de Rolim de Moura, onde mora sua família. Contudo, segundo informação da ex-mulher de Sidinei, ele trabalhava como locutor de loja e humorista, em Vilhena. Todavia, tinha problemas com drogas.
O corpo de Sidnei foi transladado da cidade de Vilhena para a cidade de Rolim de Moura pelos seus familiares, onde foi sepultado no cemitério municipal na tarde deste sábado (15.
Do Extra de Rondônia, editado por Planeta Folha (Cristiano Lira)

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Sargento da PM é baleado com a própria arma após discussão por farol alto

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Um sargento da PM de 44 anos
foi baleado durante uma confusão na madrugada desta sexta-feira (19), na zona Leste de Porto Velho, após uma discussão iniciada por causa do farol alto de um carro. A briga evoluiu para uma luta pelo controle da arma do policial, envolveu várias pessoas e terminou com o militar ferido por um tiro no braço direito.

Quando guarnições da PM chegaram ao local, encontraram o sargento consciente e caído na via, próximo à motocicleta que conduzia. O proprietário do carro envolvido na confusão permanecia no local e estava com a pistola do militar, recolhida pelos policiais.

A confusão começou em frente a uma distribuidora de bebidas no bairro Cuniã. O proprietário de um veículo BYD contou que havia parado para comprar um energético quando foi informado por mulheres que estavam no local de que um motociclista havia reclamado da intensidade do farol de seu carro.

Pouco depois, segundo o relato dele, o motociclista retornou e passou a chutar a porta e tentar quebrar o retrovisor do veículo. A situação provocou uma discussão entre os dois.

Ainda conforme essa versão, outras pessoas se aproximaram para apoiar o dono do carro. Durante o desentendimento, o motociclista se identificou como policial militar e os ânimos aumentaram.

Nesse momento, começou uma luta pela arma que estava na cintura do policial. O proprietário do carro afirmou que segurou a mão do militar para impedir que a pistola fosse sacada, enquanto o sargento tentava manter o controle do armamento.

A confusão se agravou quando outros homens passaram a agredir o policial. Durante a luta, um tiro foi disparado. O proprietário do veículo relatou que um dos participantes ficou com a arma do militar nas mãos e chegou a dizer que seria melhor “matá-lo”.

Ele afirmou que entrou na frente para impedir que o policial continuasse sendo agredido, tomou a pistola desse homem e acionou a Polícia.

Outra Versão

Já o sargento contou que seguia para casa quando encontrou dificuldades para passar por um trecho da rua devido a um veículo estacionado com o farol alto ligado. Ele decidiu parar para alertar o proprietário sobre a situação e os dois acabaram discutindo.

O militar relatou que, durante a discussão, passou a ser cercado por várias pessoas. Com receio diante da situação, identificou-se como policial militar, mas afirmou que as pessoas continuaram se aproximando.

Segundo ele, as agressões começaram logo depois. Temendo perder a arma, levou a mão até a pistola, momento em que começou uma luta pelo armamento enquanto continuava sendo agredido.

O policial disse ainda que recebeu uma pancada na cabeça, que alguém tentou enforcá-lo e que, em meio à confusão, ouviu o tiro. Pouco depois percebeu que havia sido atingido no braço direito.

Sem flagrante

Após a situação ser controlada pela PM, o proprietário do carro foi levado para a delegacia. Como o policial sofreu uma fratura considerada grave, houve a tentativa de apresentação em flagrante. No entanto, o delegado de plantão não recebeu o procedimento e orientou a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O militar foi socorrido ao Hospital João Paulo II. Informações repassadas pela equipe médica apontam que o tiro atingiu a região do cotovelo do braço direito.

A arma do sargento, uma pistola calibre .380, foi recolhida juntamente com um carregador contendo 15 munições intactas.

Fonte: Rondoniagora

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