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Ex-morador de Rolim de Moura assassinado a pauladas em Vilhena, implorou pela vida, “Não faz isso, eu vou te pagar, para”

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Sidnei de Oliveira Petini, de 40 anos, foi assassinado na tarde de sexta-feira, 14, quando caminhava pela Avenida 1703, no bairro Jardim Primavera, em Vilhena.
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Conforme boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros, foram chamados por populares informando que um homem havia sido agredido a paulada no meio da rua.
Ao chegar no local, os militares confirmaram a informação, a vítima estava no chão gravemente ferida.
Sidnei foi levado para o pronto-socorro do hospital regional, porém, ao dar entrada não resistiu ao ferimento e morreu.
Testemunhas contaram à polícia que a vítima antes de ser agrida falou: “Não faz isso, eu vou te pagar, para”. Entretanto, apesar da vítima implorar pela vida, o executor não teve piedade e desferiu a paulada que acabou matando Sidinei.
Sidnei era oriundo do município de Rolim de Moura, onde mora sua família. Contudo, segundo informação da ex-mulher de Sidinei, ele trabalhava como locutor de loja e humorista, em Vilhena. Todavia, tinha problemas com drogas.
O corpo de Sidnei foi transladado da cidade de Vilhena para a cidade de Rolim de Moura pelos seus familiares, onde foi sepultado no cemitério municipal na tarde deste sábado (15.
Do Extra de Rondônia, editado por Planeta Folha (Cristiano Lira)

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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