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Mãe de atirador de Suzano diz não se conformar com o que filho fez

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Três familiares dos atiradores G.T.M, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, passaram rapidamente, na noite desta quarta, 13, pelo Instituto Médico Legal (IML) de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde os corpos aguardam liberação. 
Estiveram presentes, por volta das 22 horas, a mãe e um tio de G.T.M., de 17 anos, e um tio de Castro. Nenhum deles quis dar entrevista.
A mãe do atirador mais jovem disse a um conhecido presente não se conformar com o que o filho havia feito, principalmente com relação ao próprio tio, Jorge Antonio de Moraes, de 51 anos, irmão da mãe, assassinado com três tiros pelo sobrinho em sua locadora de carros.

Entenda o crime na escola de Suzano

Eram 9h42 quando o jovem G.T.M., de 17 anos, entrou armado com um revólver calibre 38 na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, onde havia estudado até o ano passado, e abriu fogo contra um grupo de alunos e funcionários que estava na recepção. Três pessoas caíram no chão e ele seguiu para o interior da escola.
Cerca de 30 segundos depois, seu amigo Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, também ex-aluno, entrou munido com uma bésta, um arco e flecha e uma machadinha. Ele golpeou as pessoas já caídas e se atracou com estudantes que fugiram correndo do interior da escola. O massacre resultou em duas funcionárias e cinco alunos mortos. Antes, a dupla havia matado um parente em uma loja fora da escola. Os dois atiradores também morreram. Toda a operação durou cerca de 15 minutos.
Fonte. MSN

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MOTORISTA PRESO: Ciclista morta após ser atropelada por carreta na BR-319, em Porto Velho, é identificada

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A manhã deste domingo (23) terminou em tragédia na BR-319, nas proximidades da ponte sobre o rio Madeira, em Porto Velho (RO), onde uma ciclista identificada como Waldirene V. morreu após ser atropelada por uma carreta. O que inicialmente seria mais uma ocorrência de trânsito ganhou contornos ainda mais graves após o relato de uma testemunha, que afirma ter presenciado uma reação violenta do motorista depois de constatar que a vítima havia morrido.

Segundo informações obtidas pelo portal de notícias Hora1Rondônia, a testemunha relatou que o motorista da carreta chegou a parar o veículo logo após atropelar Waldirene e teria se aproximado para verificar a situação. No entanto, ao perceber que a ciclista não apresentava mais sinais vitais, o condutor teria retornado à cabine e, conforme o depoimento, avançado deliberadamente com o veículo pesado contra um carro que estava parado no local e também na direção de outros ciclistas.

O automóvel atingido pertencia à testemunha, que havia parado para sinalizar e ajudar na proteção da área, evitando que novos veículos atropelassem as pessoas que permaneciam na rodovia. Ainda de acordo com o relato, a carreta também teria avançado contra pessoas que estavam próximas, entre elas a irmã da testemunha e outro colega do grupo de pedal. Diante da situação, os envolvidos precisaram correr em direção à área de mata para escapar do veículo.

A força da colisão fez com que o carro fosse arremessado para fora da pista, terminando no fundo de uma ribanceira. Além da morte de Waldirene, outro ciclista ficou ferido durante a ocorrência. As circunstâncias do atropelamento e, principalmente, a acusação de que o motorista teria avançado intencionalmente contra as demais pessoas deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis, que poderão utilizar os relatos das testemunhas, vestígios encontrados no local e demais elementos da ocorrência para esclarecer a dinâmica dos fatos.

Fonte: Hora 1 Rondônia

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