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TIROTEIO: PM e falso policial civil são baleados após trocarem tiros em frente a bar

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TIROTEIO: PM e falso policial civil são baleados após trocarem tiros em frente a barTIROTEIO: PM e falso policial civil são baleados após trocarem tiros em frente a bar
O tiroteio que acabou com um policial militar de 30 anos e um falso policial civil baleados aconteceu na madrugada desta segunda-feira (11) em frente a um bar na Avenida Campos Sales com Rua Algodoeiro, bairro Conceição, na zona Sul de Porto Velho (RO).
Conforme informações do boletim de ocorrência, o PM do Batalhão de Trânsito havia acabado de sair de um bloco carnavalesco na região Central da capital e resolveu parar no bar junto
 com a esposa.
Foi quando em dado momento, ele viu o suspeito Teilor H. R., 27, com uma pistola em punho apontando e abordando transeuntes em frente ao bar.
O militar pediu que Teilor baixasse a arma, afirmando que aquilo não era uma atitude de um policial civil. O suspeito, que usava camisa da Polícia Civil, coldre e algemas, não obedeceu e passou a disparar contra o policial. 
A vítima reagiu e teve início o tiroteio, que terminou com o policial alvejado no tórax, braço e virilha. O suspeito foi baleado no joelho esquerdo e ainda assim conseguiu sair correndo.
Uma equipe da Polícia Militar chegou rapidamente ao local e obteve êxito em prender Teilor nas proximidades. O policial militar logo foi socorrido em uma viatura PM.
Teilor portava uma pistola do tio dele que é agente penitenciário. O servidor público esteve na Central de Flagrantes onde foi registrada a ocorrência e disse que o sobrinho tinha pego a arma escondida. Os apetrechos da Polícia Civil não foi esclarecido como o suspeito adquiriu.
Teilor também foi socorrido para o hospital João Paulo II e permanece internado. O estado de saúde do policial é considerado estável. A pistola do PM não foi encontrada na cena do crime.
RONDONIAAOVIVO

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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