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Adolescente de 15 anos e baleada em Ji-Paraná perde o bebê e está em estado grave

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jovemjovem

Está internada numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI), desde o dia 03 de maio, a adolescente vilhenense Natielli Silva Reis, de 15 anos (fará 16 no mês que vem). Ela foi baleada na cidade de Ji-Paraná, região central de Rondônia e seu estado atual é considerado gravíssimo.
A nossa redação conversou com uma familiar da adolescente, que a visitou logo após a tentativa de assassinato. A entrevistada disse que a estudante havia saído de casa dizendo apenas que iria fazer uma viagem. Conforme a parente da vítima, ela estava grávida e sofreu um aborto espontâneo.
Através de um policial civil, o site foi informado de que, na noite do crime, Natielli havia embarcado num carro de aplicativo a pedido de um motorista que não conhecia. O homem, então, a levou até o local onde disparou várias vezes contra ela. A garota deveria receber “uma encomenda” e sua mala estava dentro do veículo, mas foi deixada no local onde ela ficou caída.
A vilhenense foi atingida pelos disparos numa das mãos, num braço, no peito e na cabeça. Este último projétil ficou alojado no crânio da vítima, que chegou a ficar consciente, dando as informações aos policiais que a resgataram. Após o aborto, ela melhorou um pouco, mas depois perdeu os sentidos e não fala desde então. 
“A gente não pode informar em que cidade ela está internada, pois o bandido que quase a matou pode tentar concluir o crime”, explicou  a entrevistada.
Fonte: Folha do Sul

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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