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Adolescente de 15 anos e baleada em Ji-Paraná perde o bebê e está em estado grave

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jovemjovem

Está internada numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI), desde o dia 03 de maio, a adolescente vilhenense Natielli Silva Reis, de 15 anos (fará 16 no mês que vem). Ela foi baleada na cidade de Ji-Paraná, região central de Rondônia e seu estado atual é considerado gravíssimo.
A nossa redação conversou com uma familiar da adolescente, que a visitou logo após a tentativa de assassinato. A entrevistada disse que a estudante havia saído de casa dizendo apenas que iria fazer uma viagem. Conforme a parente da vítima, ela estava grávida e sofreu um aborto espontâneo.
Através de um policial civil, o site foi informado de que, na noite do crime, Natielli havia embarcado num carro de aplicativo a pedido de um motorista que não conhecia. O homem, então, a levou até o local onde disparou várias vezes contra ela. A garota deveria receber “uma encomenda” e sua mala estava dentro do veículo, mas foi deixada no local onde ela ficou caída.
A vilhenense foi atingida pelos disparos numa das mãos, num braço, no peito e na cabeça. Este último projétil ficou alojado no crânio da vítima, que chegou a ficar consciente, dando as informações aos policiais que a resgataram. Após o aborto, ela melhorou um pouco, mas depois perdeu os sentidos e não fala desde então. 
“A gente não pode informar em que cidade ela está internada, pois o bandido que quase a matou pode tentar concluir o crime”, explicou  a entrevistada.
Fonte: Folha do Sul

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Sargento da PM é baleado com a própria arma após discussão por farol alto

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Um sargento da PM de 44 anos
foi baleado durante uma confusão na madrugada desta sexta-feira (19), na zona Leste de Porto Velho, após uma discussão iniciada por causa do farol alto de um carro. A briga evoluiu para uma luta pelo controle da arma do policial, envolveu várias pessoas e terminou com o militar ferido por um tiro no braço direito.

Quando guarnições da PM chegaram ao local, encontraram o sargento consciente e caído na via, próximo à motocicleta que conduzia. O proprietário do carro envolvido na confusão permanecia no local e estava com a pistola do militar, recolhida pelos policiais.

A confusão começou em frente a uma distribuidora de bebidas no bairro Cuniã. O proprietário de um veículo BYD contou que havia parado para comprar um energético quando foi informado por mulheres que estavam no local de que um motociclista havia reclamado da intensidade do farol de seu carro.

Pouco depois, segundo o relato dele, o motociclista retornou e passou a chutar a porta e tentar quebrar o retrovisor do veículo. A situação provocou uma discussão entre os dois.

Ainda conforme essa versão, outras pessoas se aproximaram para apoiar o dono do carro. Durante o desentendimento, o motociclista se identificou como policial militar e os ânimos aumentaram.

Nesse momento, começou uma luta pela arma que estava na cintura do policial. O proprietário do carro afirmou que segurou a mão do militar para impedir que a pistola fosse sacada, enquanto o sargento tentava manter o controle do armamento.

A confusão se agravou quando outros homens passaram a agredir o policial. Durante a luta, um tiro foi disparado. O proprietário do veículo relatou que um dos participantes ficou com a arma do militar nas mãos e chegou a dizer que seria melhor “matá-lo”.

Ele afirmou que entrou na frente para impedir que o policial continuasse sendo agredido, tomou a pistola desse homem e acionou a Polícia.

Outra Versão

Já o sargento contou que seguia para casa quando encontrou dificuldades para passar por um trecho da rua devido a um veículo estacionado com o farol alto ligado. Ele decidiu parar para alertar o proprietário sobre a situação e os dois acabaram discutindo.

O militar relatou que, durante a discussão, passou a ser cercado por várias pessoas. Com receio diante da situação, identificou-se como policial militar, mas afirmou que as pessoas continuaram se aproximando.

Segundo ele, as agressões começaram logo depois. Temendo perder a arma, levou a mão até a pistola, momento em que começou uma luta pelo armamento enquanto continuava sendo agredido.

O policial disse ainda que recebeu uma pancada na cabeça, que alguém tentou enforcá-lo e que, em meio à confusão, ouviu o tiro. Pouco depois percebeu que havia sido atingido no braço direito.

Sem flagrante

Após a situação ser controlada pela PM, o proprietário do carro foi levado para a delegacia. Como o policial sofreu uma fratura considerada grave, houve a tentativa de apresentação em flagrante. No entanto, o delegado de plantão não recebeu o procedimento e orientou a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O militar foi socorrido ao Hospital João Paulo II. Informações repassadas pela equipe médica apontam que o tiro atingiu a região do cotovelo do braço direito.

A arma do sargento, uma pistola calibre .380, foi recolhida juntamente com um carregador contendo 15 munições intactas.

Fonte: Rondoniagora

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