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Durante visitas técnicas, Comandante-Geral da PM preside solenidade de inauguração da sede do BPA em Alta Floresta

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O Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado de Rondônia, Coronel PM Mauro Ronaldo Flôres Corrêa, esteve nos dias 22 e 23 de maio realizando visitas técnicas na área do 10º BPM.
O Comandante Geral esteve acompanhado do Subcomandante-Geral da PMRO, Coronel PM Rildo; pelo chefe de Gabinete do Comando Geral, Tenente PM Bentes; Chefe do Estado Maior, Coronel PM Almeida; Comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Major PM Washington; Comandante do 10º BPM, Capitão PM Thiago Campos, Comandante da 2ª Cia PM/10º BPM em Alta Floresta, Tenente PM de Administração Lourenço, além de outras autoridades.
A visita técnica teve por finalidade acompanhar o trabalho da Polícia Militar nas mais diversas localidades, a dinâmica do emprego nas atividades precípuas, de modo a facilitar uma melhor análise nas tomadas de decisões e desenvolvimentos de projetos.
Foram realizadas visitas no Quartel PM do Distrito de Nova Estrela, na sede da Companhia em Alta Floresta do Oeste e em sua extensa região fronteiriça até a Base da Polícia Militar em Porto Rolim de Moura.
Além das visitas técnicas, o Comandante-Geral presidiu durante a manhã de quinta-feira, 23, uma solenidade de inauguração da nova sede do 2º Pelotão do Batalhão de Polícia Ambiental no município de Alta Floresta.
Polícia Militar do Estado de Rondônia: nossa profissão, sua vida!
Seção de Comunicação Social do 10º BPM/24 de maio de 2019.
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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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