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Motorista é preso acusado de estuprar a filha por mais de dois anos, em Porto Velho

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Motorista é preso acusado de estuprar a filha por mais de dois anos, em Porto Velho
Policiais da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), cumpriram na manhã desta quarta-feira (15), mandado de prisão preventiva contra um motorista de aplicatico, 42 anos, acusado de estuprar a própria filha, de 13 anos. A prisão aconteceu em uma residência, localizada na Zona Leste de Porto Velho.

Segundo os investigadores, a vítima vinha sendo abusada pelo pai desde os 11 anos e o homem teria a proteção da própria mãe da menina. Durante as investigações, foi apurado que o pai ameaçava a filha. Segundo a Polícia, a mãe ao invés de proteger a criança, teria sido conivente, inclusive saia de casa e deixa os dois sozinhos na residência, sabendo que com a ausência dela na casa os abusos aconteciam.


Cansada de ser abusada pelo próprio pai, em dezembro de 2019, a menina não aguentou mais e contou para uma colega de escola, que levou ao conhecimento da família. No mesmo a Polícia Militar foi acionada, mas não conseguiu prender Regivaldo.
No dia seguinte, uma tia da criança levou a menina até a delegacia, ela foi ouvida pela psicóloga e contou detalhes do crime. Foi feito exame de corpo de delito e comprovados os abusos pelo médico do IML. Com isso, a delegada Adrian Viero representou pela prisão preventiva do pai da criança, o juiz autorizou e os policiais cumpriram.
Ainda durante as investigações, os policiais descobriram que o criminoso mudava de endereço constantemente, sendo acobertado por parentes dele. Preso, ele não quis entrar em detalhes e disse iria aguardar o advogado.
De acordo com os investigadores, familiares do acusado chegaram a pressionar a criança para que ela perdoasse o pai alegando que ele estaria possuído por um espírito maligno.
Ele será encaminhado para o presídio da Capital, onde ficará à disposição da justiça.
Motorista é preso acusado de estuprar a filha por mais de dois anos, em Porto Velho
FONTE : RONDONIA AGORA

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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