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Agronegócios

A PARTIR DE MAIO, SERÁ PROIBIDO O INGRESSO DE ANIMAIS VACINADOS CONTRA A FEBRE AFTOSA EM RONDÔNIA

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A partir de maio, será proibido o ingresso de animais vacinados contra a Febre Aftosa em Rondônia

Vale salientar que todas as regras de trânsito interestadual de animais são disciplinadas pelo Mapa e cabe a Idaron fazer todas as barreiras de proteção e disciplinar a questão no âmbito de Rondônia

O avanço de Rondônia, no processo de reconhecimento nacional e internacional como área livre de Febre Aftosa sem vacinação, será acompanhado de mudanças e adequações importantes, uma delas é relacionada ao ingresso de animais vacinados no território rondoniense. “A partir de maio, tão logo o Ministério da Agricultura (Mapa) publique a medida que regulamentará essa questão, o estado de Rondônia não mais poderá receber animais vacinados contra a Aftosa”, explicou Fabiano Alexandre, gerente de defesa animal da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron). “Isso já está definido, falta só o Mapa publicar o regulamento”, completou.
Aos produtores que pretendem adquirir animais de outras regiões, a Idaron faz um alerta: hoje o comércio pode ser feito com todo o Brasil, tanto para comprar quanto para vender, mas, a partir de 1º de maio, ele só poderá comprar bovinos e bubalinos de regiões que não realizam a vacinação contra a febre aftosa (Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre e alguns dos municípios, ou de parte deles, dos estados do Amazonas e do Mato Grosso, que compõem o Bloco I).
“Ou seja, as movimentações de animais oriundos de áreas livres com vacinação têm que ser feitas neste mês de abril. De maio em diante, os outros estados que continuarão vacinando contra febre aftosa, quando forem emitir GTA (Guia de Trânsito Animal) para Rondônia, terão que orientar o produtor que só ingressará no Estado de Rondônia bovinos e bubalinos procedentes de regiões que não realizam a vacinação contra a Febre Aftosa”, salienta Fabiano Alexandre. “A Idaron já instalou barreiras em todas as fronteiras de interesse para controlar o trânsito desses animais”.
Trocando em miúdos, depois da publicação da normativa do Mapa, o produtor rondoniense não poderá mais trazer bovinos e bubalinos de área que realiza a vacinação contra febre aftosa. “Além do documento que será publicado pelo Ministério da Agricultura, há uma legislação estadual que está sendo editada para regulamentar isso, disciplinando pontos oficiais de entrada e saída de animais no Estado de Rondônia, como também estabelecer corredor sanitário para bovinos e bubalinos procedentes de áreas que realiza a vacinação, que apenas vão transitar pelo estado de Rondônia. Ou seja, bovinos e bubalinos que estejam passando por Rondônia, vindo de uma área que vacina com destino a outra área que também vacina, isso será disciplinado.
Outra questão importante e que precisa ser esclarecida, é que será permitido o ingresso em Rondônia de bovinos e bubalinos para abate imediato em estabelecimento com inspeção oficial, procedentes de regiões que realiza a vacinação contra a febre aftosa, porém a carga será lacrada na origem pelo órgão de defesa sanitária animal, explicou o gerente de defesa animal.
Quanto aos outros animais susceptíveis a febre aftosa que não se aplica a vacinação (suínos, ovinos e caprinos), procedentes de regiões livres de febre aftosa com vacinação, esses poderão ingressar normalmente no estado de Rondônia até determinações futuras pelo Mapa.
Vale salientar que todas as regras de trânsito interestadual de animais são disciplinadas pelo Mapa e cabe a Idaron fazer todas as barreiras de proteção e disciplinar a questão no âmbito de Rondônia. “As mudanças são positivas, coroam os esforços do produtor que, em parceria com o Estado, há 20 anos vem cumprindo importantes etapas que hoje resulta nesse avanço. Desde que se começou o programa da Febre Aftosa, o pensamento sempre foi um dia retirar a vacina e hoje chegou esse momento. É um selo de qualidade a mais, Rondônia atendeu a uma quantidade enorme de exigência e esse é o início de uma nova fase. Por isso temos que redobrar nossa responsabilidade, para garantir esse status tão almejado e alcançar o reconhecimento internacional”, avaliou Fabiano Alexandre.

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Fonte : Idaron

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Agricultura

Atenção ao pulgão do milho, que pode reduzir produtividade em até 60%

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Praga avança rápido em tempo quente e seco e exige atenção desde o início da lavoura

O milho está em formação, verde, com bom desenvolvimento. À primeira vista, tudo parece em ordem. Mas, ao olhar mais de perto, pequenos pontos começam a aparecer nas folhas. É ali que o pulgão-do-milho se instala, de forma silenciosa, com potencial para virar um problema sério em poucos dias.

Em condições de temperaturas mais elevadas e irregularidade de chuvas, esse inseto encontra o ambiente ideal para se multiplicar. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a população cresce rapidamente e pode causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque acontece ainda na fase vegetativa, quando a planta está mais sensível.

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, explica Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.

Os sinais ficam mais claros com o passar dos dias. As folhas começam a apresentar clorose, perdendo o verde e ficando amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, aparece uma camada pegajosa sobre a superfície, que facilita o surgimento da fumagina, pó escuro que recobre a folha e impede a planta de aproveitar a luz do sol.

Quando o agricultor percebe, muitas vezes a infestação já ganhou espaço. Por isso, faz toda a diferença caminhar pela lavoura e observar de perto. Nesse momento é preciso ter planejamento. O uso de inseticidas, ainda no início da infestação, segura o avanço da praga.

Sperto, produto da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é uma solução eficaz para esses casos.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira.

A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

Julia Abellan

Texto Comunicação Corporativa

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