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Agricultura

RONDÔNIA LANÇA CARTILHA CONTENDO ORIENTAÇÕES PARA A SAFRA DE CAFÉ 2020 DOS ROBUSTAS AMAZÔNICOS EM TEMPOS DE COVID-19

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Rondônia lança cartilha contendo orientações para a safra de café 2020 dos Robustas Amazônicos em tempos de COVID-19

Publicação traz informações sobre prevenção do novo coronavírus durante colheita, pós-colheita, secagem e armazenamento do café

A Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, em parceria com a Embrapa Rondônia e apoio de várias instituições do Estado, disponibilizou a cartilha “Robustas Amazônicos – Estratégias para a safra 2020” com recomendações de boas práticas agrícolas na produção dos cafés robustas para otimizar o rendimento dos grãos e melhorar a qualidade da bebida, incluindo estratégias de prevenção contra o novo coronavírus. A publicação traz especificamente orientações sobre colheita, pós-colheita, secagem e armazenamento dos Robustas Amazônicos.
Como uma das medidas iniciais de prevenção da COVID-19, pandemia cujo pico de contaminação no Brasil está previsto para este mês de abril, a Cartilha orienta que a colheita dos cafés Robustas Amazônicos comece somente a partir do mês de maio, muito embora a Lei estadual nº 3.516, de 2015,  estabeleça 10 de abril como o dia de início da colheita do café no estado de Rondônia. Tal orientação se baseia no fato de que o atraso no início da colheita não causará prejuízos ao cafeicultor, pois é uma característica da espécie robusta o não desprendimento dos frutos após a maturação.
Ainda com relação aos cuidados que devem adotados para evitar o contágio do novo coronavírus, a cartilha “Robustas Amazônicos – Estratégias para a safra 2020” estabelece cuidados necessários no campo e no transporte dos trabalhadores. De acordo com as orientações, o veículo deve ser higienizado antes e depois de cada viagem, e as janelas mantidas abertas, bem como o trabalhador deve higienizar as mãos com álcool em gel 70% antes de entrar no veículo. E, no veículo, deve sentar-se a uma distância mínima de um metro e meio de outro trabalhador e usar máscara.
Adicionalmente, nos trabalhos no campo, as orientações são para que a divisão dos colhedores seja feita por talhões ou carreiras, mantendo sempre uma distância mínima de um metro e meio entre eles; objetos pessoais e de trabalho não devem ser compartilhados; quando houver necessidade de trabalho em equipe deve-se dar preferência para formá-la com os trabalhadores que já possuam convívio familiar; incentivar os métodos de higiene pessoal como a lavagem das mãos com água e sabão. Ainda segundo a cartilha, grupos de risco devem evitar o trabalho no campo e permanecerem em isolamento doméstico.
A cartilha “Robustas Amazônicos – Estratégias para a safra 2020” também está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.
Com relação à colheita e pós-colheita do café, a publicação orienta iniciar a colheita quando os grãos maduros representarem pelo menos 80% dos frutos totais, de modo a obter maior rendimento na produção e uma bebida de melhor qualidade. Para lavouras clonais, a colheita deve ser feita de maneira separada, iniciando pelos clones mais precoces, seguidos dos intermediários e terminando com os tardios. Após a colheita, os grãos devem ser deixados à sombra e depois lavados para retirada de impurezas e separação dos frutos tipo boia. A secagem deve ser iniciada no mesmo dia.
No que diz respeito à secagem do café, a cartilha traz orientações para diversos sistemas, sendo recomendada a preferência por sistemas naturais, como terreiros suspensos e estufas, que possibilitam a seca mais homogênea, a preservação da integridade física dos grãos e maior qualidade da bebida. A secagem sobre lona é uma alternativa para evitar o contato direto do fruto com o solo nas propriedades que não possuam terreiros suspensos. Caso a secagem seja feita de maneira mecânica, aconselha-se secadores com fogo indireto com a temperatura da massa de grãos não ultrapassando 55ºC. A umidade final dos grãos deve ficar entre 11% e 12%. Ao final da secagem é recomendado armazenar os grãos sobre palets em local fresco e protegido da luz e da umidade, por pelo menos 15 dias antes do beneficiamento.
Por fim, vale destacar que a cartilha ainda informa que o Concafé, maior concurso de qualidade e sustentabilidade de café robusta do Brasil, cuja 5ª edição ocorrerá neste ano, o qual distribuirá mais de R$ 250 mil em prêmios em duas categorias: qualidade da bebida do café e sustentabilidade da propriedade cafeeira. O período de inscrição será de 27 de abril a 7 de agosto, e o resultado e a premiação ocorrerão no dia 9 de outubro de 2020, na cidade de Cacoal em Rondônia. Para mais informações sobre o concurso acesse: www.rondonia.ro.gov.br/seagri.
A cartilha é uma publicação do Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri em parceria com a Embrapa Rondônia. Com apoio da Emater, Idaron, Sebrae, SFA-RO/Mapa, Faperon, Senar, Câmara Setorial do Café de Rondônia e Cafeicultores Associados da Região Matas de Rondônia – Caferon.
Conheça o conteúdo da cartilha “Robustas Amazônicos – Estratégias para a safra 2020” na íntegra pelo link:
Fonte: Thiago Cavaton, Lucas Tadeu Ferreira (MTb 3032/DF) Embrapa Café

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Atenção ao pulgão do milho, que pode reduzir produtividade em até 60%

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Praga avança rápido em tempo quente e seco e exige atenção desde o início da lavoura

O milho está em formação, verde, com bom desenvolvimento. À primeira vista, tudo parece em ordem. Mas, ao olhar mais de perto, pequenos pontos começam a aparecer nas folhas. É ali que o pulgão-do-milho se instala, de forma silenciosa, com potencial para virar um problema sério em poucos dias.

Em condições de temperaturas mais elevadas e irregularidade de chuvas, esse inseto encontra o ambiente ideal para se multiplicar. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a população cresce rapidamente e pode causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque acontece ainda na fase vegetativa, quando a planta está mais sensível.

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, explica Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.

Os sinais ficam mais claros com o passar dos dias. As folhas começam a apresentar clorose, perdendo o verde e ficando amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, aparece uma camada pegajosa sobre a superfície, que facilita o surgimento da fumagina, pó escuro que recobre a folha e impede a planta de aproveitar a luz do sol.

Quando o agricultor percebe, muitas vezes a infestação já ganhou espaço. Por isso, faz toda a diferença caminhar pela lavoura e observar de perto. Nesse momento é preciso ter planejamento. O uso de inseticidas, ainda no início da infestação, segura o avanço da praga.

Sperto, produto da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é uma solução eficaz para esses casos.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira.

A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

Julia Abellan

Texto Comunicação Corporativa

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