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URGENTE: Adolescente é perseguida por mais de 1 mês e descobre que foi vendida por R$ 1

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O fato foi descoberto na última quarta-feira (08), quando a menor e a mãe foram à PM denunciar o caso.

Um menino de apenas 13 anos, nome não divulgado, ‘vendeu’ a própria irmã, 15, por R$ 1 e a adolescente passou a ser perseguida por um ‘desconhecido’ de 45 anos por mais de um mês no município de Nova Guarita, Mato Grosso. 
O fato foi descoberto na última quarta-feira (08), quando a menor e a mãe foram à PM denunciar o caso.
De acordo com a vítima, ela percebeu o acusado ‘atrás’ dela, principalmente, todas as quartas-feiras quando ia à escola buscar as tarefas para os irmãos. Nesses dias, por duas vezes, o homem tentou puxar assunto com a menor e a chamando pelo nome, mostrando que ‘a conhecia’.
Assustada, a adolescente contou o que estava acontecendo à mãe e as duas foram ao Núcleo da Polícia Militar (NPM) denunciar o fato, onde o Conselho Tutelar ainda foi acionado para acompanhar o caso, já que se trata de crime envolvendo menor de idade.
A adolescente relatou os fatos novamente na unidade policial, para que as conselheiras e os policiais soubessem com detalhes sobre os fatos e ainda repassou o endereço do acusado.
A PM se deslocou ao endereço, onde encontrou o homem e este teria ficado completamente alterado e tentado reagir à abordagem policial, quando os militares precisaram imobilizar e algemar o ‘suspeito’.
O homem foi colocado na viatura e encaminhado ao NPM, onde prestou esclarecimentos sobre o fato. O ‘suspeito’ negou a perseguição e teve que ser liberado.
Porém, as conselheiras estavam acompanhando o fato junto à família e as profissionais conseguiram descobrir que o problema começou após o irmão da adolescente, de 13 anos, vender a menor ao acusado, que pagou R$ 1.
As conselheiras relataram o caso à PM que foram novamente atrás do homem e a ocorrência registrada por crime de corrupção de menores.
O documento foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, responsável por investigar o crime.
REPORTER MT

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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