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MPRO promove ação do projeto Maria da Penha Vai à Escola para centenas de estudantes em Cacoal

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), em continuidade às ações do Agosto Lilás, realizou uma ação do projeto Maria da Penha Vai à Escola – 2026, na última sexta-feira (21/8), no auditório da Escola Estadual Josino Brito, em Cacoal. A atividade reuniu 250 alunos do…

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MPRO promove ação do projeto Maria da Penha Vai à Escola para centenas de estudantes em Cacoal
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), em continuidade às ações do Agosto Lilás, realizou uma ação do projeto Maria da Penha Vai à Escola – 2026, na última sexta-feira (21/8), no auditório da Escola Estadual Josino Brito, em Cacoal. A atividade reuniu 250 alunos do Ensino Médio e contou com palestras e distribuição de cartilhas.
A iniciativa foi desenvolvida pela Promotoria de Justiça de Cacoal, em parceria com a Patrulha Escolar e a Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), com o objetivo de orientar adolescentes sobre a prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher.
Orientação para adolescentes
Durante o encontro, os estudantes receberam informações sobre formas de violência, direitos das mulheres e canais de apoio disponíveis para vítimas. As palestras buscaram estimular a reflexão sobre o tema e reforçar a importância do respeito nas relações familiares e sociais.
Participaram da programação a promotora de Justiça Claudia Machado dos Santos Gonçalves, o promotor de Justiça substituto Paulo Roberto Marques de Oliveira; e o sargento policial militar Freitas, da Patrulha Maria da Penha.
Projeto estadual
O projeto Maria da Penha Vai à Escola é uma iniciativa do Grupo de Atuação Especial Cível e de Defesa dos Direitos Humanos, da Cidadania, do Consumidor, das Crianças, Adolescentes e Jovens e da Saúde (Gaeciv). A proposta é levar informações sobre o enfrentamento da violência contra a mulher para o ambiente escolar por meio de ações educativas.
As atividades são realizadas com a participação das Promotorias de Justiça que aderem ao projeto. As ações incluem palestras, rodas de conversa e materiais educativos voltados, principalmente, ao público adolescente.
Prevenção e conscientização
Segundo a proposta do projeto, a conscientização dos jovens é uma estratégia para prevenir situações de violência e ampliar o conhecimento sobre direitos e formas de proteção. Ao abordar o tema nas escolas, a iniciativa busca contribuir para a formação de uma cultura de respeito e prevenção à violência.
Violência de gênero
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) define violência doméstica e familiar contra a mulher como qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, danos morais ou patrimoniais e, recentemente, foi inclusa a forma de violência vicária.
Atualmente, as medidas protetivas da Lei Maria da Penha se aplicam a qualquer caso de violência de gênero contra a mulher, mesmo sem relação íntima, familiar ou de afeto com o agressor.
Saiba onde buscar ajuda
O Ministério Público e os órgãos de segurança mantêm canais abertos para orientação e proteção imediata:
  • Emergência e Risco: Ligue 190 (Polícia Militar) ou dirija-se à Unidade de Saúde mais próxima.
  • Ouvidoria do MPRO: Atendimento via WhatsApp pelo número (69) 999 770 127, pelo telefone (69) 3216-3700 ou ligue 127.
  • Navit: Atendimento via WhatsApp pelo número (69) 999 066 411.

 

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Hora 1 Rondônia.

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Destaque

Moradores fecham RO-133 e cobram asfaltamento da Estrada do Calcário em Espigão do Oeste

Manifestação pacífica começou na manhã desta terça-feira (25). Moradores afirmam que só pretendem liberar a rodovia após receberem uma resposta concreta do Governo de Rondônia sobre o asfaltamento do trecho.

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Moradores da região da RO-133, conhecida como Estrada do Calcário, iniciaram uma manifestação pacífica na manhã desta terça-feira, 25 de agosto de 2026, para cobrar o asfaltamento da rodovia. Como forma de chamar a atenção das autoridades, o trânsito foi bloqueado pelos manifestantes.

A RO-133 liga o município de Espigão do Oeste à região da usina de calcário e possui aproximadamente 50 quilômetros de estrada sem pavimentação. Ao longo do percurso, a rodovia também funciona como ponto de ligação para diversas linhas rurais das regiões de Espigão do Oeste e Pimenta Bueno.

A importância da estrada vai além do deslocamento dos moradores. Pelo trecho passam cargas de minério, madeira e produtos agrícolas, além da produção das propriedades rurais. A agricultura vem ganhando espaço na região nos últimos anos, dividindo uma área historicamente marcada também pela criação de gado de corte e leiteiro.

A RO-133 ainda faz parte da rotina de estudantes. Ônibus escolares utilizam a estrada para transportar crianças e adolescentes que vivem nas propriedades e comunidades rurais da região.

Segundo os moradores, o asfaltamento é uma reivindicação antiga e já teria sido prometido em diferentes momentos. A comunidade afirma ainda que existem mapas e documentos nos quais a RO-133 aparece como pavimentada, situação que, segundo eles, não corresponde à realidade encontrada por quem utiliza diariamente a estrada.

Durante o período de seca, os principais problemas relatados são a poeira intensa e os buracos. Já durante as chuvas, moradores afirmam que determinados pontos ficam em condições muito ruins de tráfego.

O grande fluxo de caminhões pesados também é apontado pela comunidade como um fator que agrava a situação. Com a passagem constante de veículos utilizados no transporte da produção regional, trechos da estrada acabam sofrendo ainda mais desgaste.

Foto: pimenta virtual

Para quem vive na região, as condições da RO-133 interferem diretamente em atividades básicas do cotidiano, desde o acesso a alimentos e serviços de saúde até o transporte escolar e o deslocamento para o trabalho.

“É um descaso com centenas de famílias que dependem da RO-133 para tudo: alimentação, saúde, estudo e trabalho”, afirmam os moradores envolvidos na mobilização.

Os manifestantes dizem que pretendem manter a interdição até receberem uma resposta concreta do Governo do Estado de Rondônia sobre quais providências serão tomadas em relação à pavimentação da rodovia.

Até o momento desta publicação, não foi informada uma previsão para a liberação do trânsito.

A equipe do Pimenta Virtual acompanha o desenrolar da manifestação e trará novas informações assim que houver um posicionamento das autoridades ou uma definição sobre a reivindicação apresentada pelos moradores.

Fonte: pimentavirtual

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