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ELEIÇÃO 2026

Hildon quer reduzir impacto do frete sobre soja e milho em Rondônia

Plano de Governo prevê mapear gargalos por região nos primeiros 100 dias e priorizar investimentos para reduzir custos de escoamento. O campo está no centro da economia de Rondônia. Carne bovina, soja e milho, os três produtos que lideraram as exportações do estado em 2025,…

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Hildon quer reduzir impacto do frete sobre soja e milho em Rondônia

Plano de Governo prevê mapear gargalos por região nos primeiros 100 dias e priorizar investimentos para reduzir custos de escoamento.

O campo está no centro da economia de Rondônia. Carne bovina, soja e milho, os três produtos que lideraram as exportações do estado em 2025, responderam juntos por cerca de 90% dos mais de US$ 3 bilhões vendidos ao exterior. Só soja e milho movimentaram mais de US$ 1,25 bilhão. Mas, enquanto a produção cresce, a infraestrutura necessária para escoá-la ainda enfrenta gargalos.

Um dos principais desafios está na malha viária. Quando administrou Porto Velho, o candidato ao Governo Hildon Chaves (União Brasil Progressista) enfrentou uma das pontas desse problema: as estradas utilizadas para retirar a produção do campo. Ao longo da gestão, cerca de 7 mil quilômetros de estradas rurais foram atendidos, com serviços de patrolamento, encascalhamento, drenagem, instalação de bueiros e recuperação de pontes. Mais de 50 tratores e implementos agrícolas também foram destinados a associações de produtores.

Agora, em escala estadual, o desafio acompanha o crescimento da produção. Para a safra 2025/2026, Rondônia tem estimativa de produzir aproximadamente 2,8 milhões de toneladas de soja e 2,4 milhões de toneladas de milho de segunda safra. São mais de 5 milhões de toneladas apenas entre os dois grãos, que precisam percorrer estradas vicinais, rodovias e corredores logísticos até chegar aos terminais de Porto Velho e aos mercados consumidores.

Para enfrentar os gargalos, o plano de governo de Hildon prevê, nos primeiros 100 dias, mapear as cadeias produtivas por região, cruzando dados sobre produção, estradas, energia, crédito, armazenagem, agroindustrialização, logística e acesso aos mercados. A proposta é identificar as necessidades de cada território e direcionar os investimentos para os pontos que mais impactam a produção e o escoamento.

“Quem produz sabe que não adianta colher mais se o custo para tirar a produção da propriedade continua alto. Precisamos olhar região por região, identificar onde estão os gargalos e investir onde a estrada e a logística mais pesam no bolso do produtor. Quando a produção chega ao mercado com menos custo, sobra mais para quem trabalha e movimenta a economia de Rondônia”, afirmou Hildon.


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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Na linha 98, Mariana Carvalho vai direto ao ponto: Rondônia produz, mas ainda enche a mesa com produtos de outros estados

Em roda de conversa com pequenos produtores de São Miguel do Guaporé, candidata ao Senado pelo 100 defende que a produção de Rondônia valha mais dentro do próprio estado Em volta de quem produz, a conversa foi sobre o que falta para a produção ficar.…

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Na linha 98, Mariana Carvalho vai direto ao ponto: Rondônia produz, mas ainda enche a mesa com produtos de outros estados

Em roda de conversa com pequenos produtores de São Miguel do Guaporé, candidata ao Senado pelo 100 defende que a produção de Rondônia valha mais dentro do próprio estado

Em volta de quem produz, a conversa foi sobre o que falta para a produção ficar. A candidata ao Senado Mariana Carvalho (Republicanos, 100) participou, na noite desta terça-feira (1º), de uma roda de conversa com pequenos produtores da Linha 98, em São Miguel do Guaporé, e ouviu as dificuldades de quem vive da agricultura familiar: o crédito que não chega, a assistência técnica que falta, o frete que come a renda e o mercado que prefere o produto de fora.

“Temos um café premiado em Rondônia e muitas vezes não encontramos esse café no mercado para comprar. O queijo que poderia ser daqui, compramos de Minas. O frango que poderia ser produzido aqui também vem de fora. Precisamos criar condições para que aquilo que o nosso produtor faz chegue à mesa dos rondonienses”, afirmou Mariana Carvalho, candidata ao Senado.

O tema não é novo na relação dela com o município. Foi de emenda do mandato de Mariana que chegaram a São Miguel do Guaporé a colheitadeira e o secador de café, o perfurador de solo e a grade aradora que hoje servem aos produtores da região, o mesmo caminho de máquinas e implementos que o mandato levou a associações e prefeituras em dezenas de municípios. Rondônia é o segundo maior produtor de café robusta do país, com produtividade recorde e Indicação Geográfica conquistada; a distância entre esse café premiado e a prateleira do mercado local foi exatamente o ponto da conversa na Linha 98.

Para Mariana, fortalecer o campo é olhar a cadeia inteira: crédito, assistência técnica, cooperativismo, agroindustrialização e logística que não castigue quem produz.

“Rondônia já sabe produzir. O nosso próximo passo é fazer essa produção valer mais aqui dentro, gerando renda para o produtor, emprego para as famílias e movimentando o comércio dos nossos municípios. Quero trabalhar no Senado para que o pequeno produtor tenha condições de produzir, transformar e vender aquilo que é nosso”, destacou a candidata.

“Eu enxergo a família que acorda cedo para produzir, não o tamanho da terra. Quem produz não quer favor: quer condição para produzir, transformar e vender”, concluiu Mariana Carvalho.

Assessoria de Comunicação — Mariana Carvalho 100


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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