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PF prende ex-prefeito de Ji-Paraná e apreende mais de R$ 1 milhão

Operação Página Virada investiga direcionamento de contratos de material didático na Secretaria de Educação; o ex-prefeito foi detido em flagrante por posse de arma sem registro. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Página Virada, que investiga possíveis irregularidades em contratações da Secretaria…

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PF prende ex-prefeito de Ji-Paraná e apreende mais de R$ 1 milhão

Operação Página Virada investiga direcionamento de contratos de material didático na Secretaria de Educação; o ex-prefeito foi detido em flagrante por posse de arma sem registro.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Página Virada, que investiga possíveis irregularidades em contratações da Secretaria Municipal de Educação de Ji-Paranádurante a gestão do ex-prefeito Isaú Fonseca. Na ação, os agentes apreenderam mais de R$ 1 milhão em espécie, e Fonseca acabou preso — mas por um motivo distinto do foco da investigação: a localização de uma arma de fogo sem registro em sua residência.

O que a PF encontrou

Segundo a Polícia Federal, o dinheiro vivo — mais de R$ 1 milhão — foi apreendido no endereço de um dos alvos, em Belém (PA). Aparelhos eletrônicos também foram recolhidos durante as buscas. A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste (RO), Formosa (GO), Brasília (DF), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Belém (PA), todos autorizados pela Justiça a pedido da corporação.

O que se investiga

O alvo central da apuração é a compra de material didático complementar — livros adquiridos, segundo a investigação, em uma contratação “relâmpago” no fim de 2024. A PF aponta indícios de que agentes políticos, servidores públicos e representantes de empresas teriam atuado para direcionar contratações, parte delas por meio de contratação direta (sem licitação).

Também estão sob análise a aquisição de materiais tidos como possivelmente desnecessários e o eventual prejuízo aos cofres do município. Os crimes apurados, em tese, são associação criminosa, contratação direta ilegal, peculato e corrupção.

Preso pela arma, não pelos livros

É um ponto que merece precisão, para o leitor não se confundir: Isaú Fonseca não foi preso pelo objeto da investigação. A prisão em flagrante decorreu da arma de fogo sem registro encontrada em sua casa durante o cumprimento dos mandados. A apuração sobre a compra de livros segue em curso, na fase de coleta de provas — realizada, segundo a PF, em conjunto com órgãos de controle da União.

Vale o registro obrigatório: trata-se de investigação preliminar, e ninguém foi condenado. A própria PF ressalta que a eventual responsabilização dependerá da participação atribuída a cada suspeito.

O que vem agora

Com o material apreendido — o dinheiro, os eletrônicos e os documentos —, a investigação entra na fase de análise para estabelecer quem fez o quê no suposto esquema. Sobre a prisão em flagrante pela arma, caberá à Justiça decidir sobre a manutenção ou a concessão de liberdade. Até o fechamento desta edição, não havia manifestação da defesa de Isaú Fonseca — espaço que o Painel Político mantém aberto para publicar assim que houver posicionamento.

Autor: | Fonte: painelpolitico.com


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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Assassino é morto a tiros a caminho do próprio julgamento; filho da vítima é apontado como suspeito

Um homem que seria julgado por homicídio acabou morto a tiros antes mesmo de entrar no Fórum. Marcos Benedito da Silva, de 47 anos, foi executado na manhã desta quinta-feira (17), nas proximidades da Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger, a cerca de 34…

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Assassino é morto a tiros a caminho do próprio julgamento; filho da vítima é apontado como suspeito

Um homem que seria julgado por homicídio acabou morto a tiros antes mesmo de entrar no Fórum. Marcos Benedito da Silva, de 47 anos, foi executado na manhã desta quinta-feira (17), nas proximidades da Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger, a cerca de 34 quilômetros de Cuiabá (MT).

Segundo as informações apuradas, Marcos seguia para o Fórum da cidade, onde participaria de uma sessão do Tribunal do Júri marcada para as 9h. Ele respondia pela acusação de ter cometido um homicídio em Barão de Melgaço.

O ataque aconteceu por volta das 8h30. Marcos foi surpreendido e atingido por três tiros. Uma equipe de saúde chegou a ser acionada, mas apenas constatou a morte da vítima.

A principal linha de investigação aponta para uma possível vingança. Conforme as informações divulgadas, entre os suspeitos está o filho do homem que Marcos era acusado de ter matado. Outros dois homens também teriam participado da execução. Os três fugiram após o crime e, até a atualização da reportagem, permaneciam foragidos.

Após a execução, a Polícia Militar encontrou o veículo que teria sido utilizado pelos criminosos abandonado na estrada principal do distrito de Varginha. O Ciopaer também passou a auxiliar nas buscas pelos suspeitos. Polícia Civil e Politec estiveram no local e o caso será investigado.

Câmeras de segurança registraram o momento da execução, mostrando o veículo chegando ao local e um homem desembarcando antes dos disparos. As imagens estão sendo analisadas pelas autoridades.


Fonte: Rondônia Atual.

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