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Briga por causa de bermuda em bar badalado de Presidente Médici termina em pancadaria

O que era para ser uma simples discussão nesta sexta-feira (18), por causa de uma bermuda acabou virando um verdadeiro quebra-pau no bar da Rose, lugar badalado na cidade as margens da rodovia de Presidente Médici. Segundo os relatos, a confusão começou depois que uma…

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Briga por causa de bermuda em bar badalado de Presidente Médici termina em pancadaria

O que era para ser uma simples discussão nesta sexta-feira (18), por causa de uma bermuda acabou virando um verdadeiro quebra-pau no bar da Rose, lugar badalado na cidade as margens da rodovia de Presidente Médici.

Segundo os relatos, a confusão começou depois que uma delas acusou a outra de ter pegado — ou melhor, supostamente “sumido” com — uma bermuda. Bastou a acusação para a conversa desandar e a situação sair completamente do controle.

No meio do barraco, uma das mulheres teria pegado um cabo de vassoura e descido a madeira na outra, inclusive atingindo a região da cabeça deixando ferimentos graves. A vítima ficou ferida e com sangramento, precisando ser socorrida por uma ambulância e levada para o hospital.

E não parou por aí. A outra envolvida também afirmou que saiu machucada da confusão, com dores na cabeça e peito. Ou seja, a bermuda virou motivo de uma briga daquelas que ninguém sabe como começa, mas termina com polícia, ambulância e gente indo parar na delegacia.img ilustrativa


Fonte: Rondônia Atual.

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PF prende ex-prefeito de Ji-Paraná e apreende mais de R$ 1 milhão

Operação Página Virada investiga direcionamento de contratos de material didático na Secretaria de Educação; o ex-prefeito foi detido em flagrante por posse de arma sem registro. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Página Virada, que investiga possíveis irregularidades em contratações da Secretaria…

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PF prende ex-prefeito de Ji-Paraná e apreende mais de R$ 1 milhão

Operação Página Virada investiga direcionamento de contratos de material didático na Secretaria de Educação; o ex-prefeito foi detido em flagrante por posse de arma sem registro.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (17) a Operação Página Virada, que investiga possíveis irregularidades em contratações da Secretaria Municipal de Educação de Ji-Paranádurante a gestão do ex-prefeito Isaú Fonseca. Na ação, os agentes apreenderam mais de R$ 1 milhão em espécie, e Fonseca acabou preso — mas por um motivo distinto do foco da investigação: a localização de uma arma de fogo sem registro em sua residência.

O que a PF encontrou

Segundo a Polícia Federal, o dinheiro vivo — mais de R$ 1 milhão — foi apreendido no endereço de um dos alvos, em Belém (PA). Aparelhos eletrônicos também foram recolhidos durante as buscas. A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste (RO), Formosa (GO), Brasília (DF), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Belém (PA), todos autorizados pela Justiça a pedido da corporação.

O que se investiga

O alvo central da apuração é a compra de material didático complementar — livros adquiridos, segundo a investigação, em uma contratação “relâmpago” no fim de 2024. A PF aponta indícios de que agentes políticos, servidores públicos e representantes de empresas teriam atuado para direcionar contratações, parte delas por meio de contratação direta (sem licitação).

Também estão sob análise a aquisição de materiais tidos como possivelmente desnecessários e o eventual prejuízo aos cofres do município. Os crimes apurados, em tese, são associação criminosa, contratação direta ilegal, peculato e corrupção.

Preso pela arma, não pelos livros

É um ponto que merece precisão, para o leitor não se confundir: Isaú Fonseca não foi preso pelo objeto da investigação. A prisão em flagrante decorreu da arma de fogo sem registro encontrada em sua casa durante o cumprimento dos mandados. A apuração sobre a compra de livros segue em curso, na fase de coleta de provas — realizada, segundo a PF, em conjunto com órgãos de controle da União.

Vale o registro obrigatório: trata-se de investigação preliminar, e ninguém foi condenado. A própria PF ressalta que a eventual responsabilização dependerá da participação atribuída a cada suspeito.

O que vem agora

Com o material apreendido — o dinheiro, os eletrônicos e os documentos —, a investigação entra na fase de análise para estabelecer quem fez o quê no suposto esquema. Sobre a prisão em flagrante pela arma, caberá à Justiça decidir sobre a manutenção ou a concessão de liberdade. Até o fechamento desta edição, não havia manifestação da defesa de Isaú Fonseca — espaço que o Painel Político mantém aberto para publicar assim que houver posicionamento.

Autor: | Fonte: painelpolitico.com


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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