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SEVIC da Polícia Civil de Guajará Mirim estoura boca de fumo e recupera diversos objetos oriundos de furto

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Image00007Após um minucioso trabalho de investigação da equipe do SEVIC da Polícia Civil de Guajará Mirim, RO, os policiais deram fiel cumprimento no mandado de busca e apreensão em desfavor de Manoel Fernandes do Nascimento em uma boca de fumo.
Devido um alto índice de furtos em residências na referida cidade os policiais passaram a investigar o caso até recuperar os objetos furtados. Na tarde desta ultima sexta-feira (22), os policiais com apoio da equipe da Divisão de Homicídios deram o fiel cumprimento no mandado, ao chegar na residência localizada no referido endereço os policiais não encontraram Manoel e com autorização adentraram  na casa.
Dentro da residência foram encontrados diversos objetos oriundos de furto, (02) Botijas de gás, (01) centrifugas, (03) Malhadeiras de pesca, CPU, bicicleta, monitor de computador, receptor, maquina de serrar mármore, maquina de cartão, caixa de som, bomba de água, TVs, celulares, DVD automotiva, maquininha de cortar cabelo, barbeador elétrico, óculos, 65 pares de brincos, pulseiras, mais de 15 relógios, 83 peças de semi jóias, vários pen drive, arma fogo, calibre 32 (10) saquinhos contendo substancia entorpecente,  balança de precisão  muito utilizada por traficantes, documentos pessoais em nomes de diversas  pessoas, documentos diversos de motocicletas.
Após recolherem os objetos oriundos de furtos, os policiais encaminharam tudo para delegacia de polícia civil de Guajará Mirim onde ficam sob os cuidados da Policia Civil, Manoel não foi localizado e está foragido da justiça.
Quem foi vítima de furtos e roubos na referida cidade, procure a delegacia da polícia civil para ver se reconhece alguma produto seu mediante nota fiscal.
Redação: Alex Tedeschi
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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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