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Polícia Militar apreende revólver em diligências sobre homicídio em Nova Brasilândia d’Oeste

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Durante a Operação Integrada de Policiamento Preventivo e Repressivo Brasil Contra o Crime Organizado – SUFOCARE FD, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Polícia Militar de Rondônia apreendeu um revólver calibre .38 e prendeu um homem por posse irregular de arma de fogo na cidade de Nova Brasilândia d’Oeste.

A ação foi realizada por equipes do 2º Batalhão de Polícia Militar, com apoio de efetivos dos Comandos Regionais de Policiamento I, II, III e IV, do Comando de Policiamento Especializado, além de policiais do PATAMO, Canil e Núcleo de Inteligência, durante diligências relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido no município.

Segundo a Polícia Militar, as equipes realizavam patrulhamento em busca de informações que pudessem contribuir para a identificação do autor do crime quando chegaram a uma residência onde morava uma pessoa que, conforme levantamentos iniciais, mantinha vínculo de amizade com a vítima.

Durante a abordagem, o morador demonstrou comportamento considerado bastante nervoso. Ao ser questionado, afirmou ter tomado conhecimento do homicídio por meio de grupos de mensagens. Diante da atitude apresentada, do histórico criminal relacionado a homicídio e do fato de o suspeito utilizar tornozeleira eletrônica, os policiais solicitaram autorização para realizar uma averiguação no imóvel.

A entrada na residência foi autorizada voluntariamente pela companheira do suspeito. Durante as buscas, os policiais localizaram, entre a cama e a parede do quarto do casal, um revólver calibre .38 enrolado em um pano, municiado com seis cartuchos no tambor e uma munição adicional, totalizando sete munições.

Diante da constatação da posse irregular da arma de fogo, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), juntamente com o armamento apreendido.

Ainda conforme apurado durante as diligências, a investigação identificou que o suspeito havia mantido contato com a vítima cerca de 20 minutos antes do homicídio, sendo esta a última conversa registrada antes do crime. A Polícia Militar constatou que as mensagens trocadas haviam sido apagadas do aparelho celular do suspeito. No entanto, registros da conversa foram preservados no celular da vítima e anexados ao procedimento policial para auxiliar na elucidação dos fatos.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que dará continuidade às apurações sobre a relação entre o suspeito e o homicídio, além da responsabilização pela posse irregular da arma de fogo.

FONTE: ROLNEWS

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OPERAÇÃO GOLDEN PLATING: MPRO denuncia seis investigados por fraude em licitações de tubos corrugados

Esquema envolvia prefeitura de Rondônia e Consórcio de Municípios

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu nesta terça-feira (28) denúncia contra seis investigados no âmbito da Operação Golden Plating. A ação apura um esquema de fraude em licitações para aquisição de tubos corrugados de polietileno de alta densidade (PEAD), com direcionamento de contratos, simulação de concorrência e superfaturamento em prefeituras do estado.

Segundo a denúncia, o grupo é acusado dos crimes de associação criminosa, frustração do caráter competitivo de licitações, fraude em contratos administrativos, peculato, corrupção ativa e passiva, crimes contra a ordem econômica e lavagem de dinheiro.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Federal a partir de informações da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO). De acordo com o MPRO, três empresas que formalmente disputavam as licitações integravam, na prática, o mesmo grupo econômico, operando sob gestão centralizada.

A investigação identificou vínculos familiares e profissionais entre os envolvidos, compartilhamento de endereços de internet, administração conjunta de certificados digitais, elaboração coordenada de propostas e movimentação financeira entre as empresas, elementos que, segundo a acusação, comprovam a simulação de concorrência para favorecer o grupo.

Laudos técnicos apontaram prejuízo de R$ 8.389.226,84 aos cofres públicos em razão do sobrepreço nas contratações. Na denúncia, o MPRO requer que esse valor seja fixado como reparação mínima dos danos materiais, além do pagamento de R$ 838.922,68 por dano moral coletivo.

O Ministério Público também pediu a manutenção das medidas de bloqueio patrimonial já deferidas pela Justiça, que atingem 42 veículos, R$ 504.715,72 em valores, 1.570 cabeças de gado e três imóveis, como forma de garantir eventual ressarcimento ao erário.

A Operação Golden Plating já havia cumprido 16 mandados de busca e apreensão em municípios como Porto Velho, Ji-Paraná e Cacoal. O MPRO afirma que a denúncia representa mais uma etapa do trabalho de responsabilização dos envolvidos, recuperação dos recursos públicos e proteção da livre concorrência nas contratações públicas.

Fonte: Rolim Notícias

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