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Motorista foge após picape avançar preferencial e matar jovem de 24 anos em Rondônia

Um rapaz de 24 anos, identificado como Diogo Damasceno de Oliveira, morreu na noite desta sexta-feira (28), após se envolver em um acidente de trânsit

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Motorista foge após picape avançar preferencial e matar jovem de 24 anos em Rondônia


Um rapaz de 24 anos, identificado como Diogo Damasceno de Oliveira, morreu na noite desta sexta-feira (28), após se envolver em um acidente de trânsito em Colorado do Oeste. Ele pilotava uma motocicleta Yamaha Lander, atingida por uma picape Fiat Strada.

A colisão aconteceu no cruzamento da Avenida Rio Madeira com a Rua Gês. Segundo as primeiras informações, a picape teria avançado a preferencial. Diogo chegou a ser socorrido com vida, mas morreu no Hospital Municipal de Colorado do Oeste.

Após a batida, o motorista da picape fugiu do local antes da chegada da polícia. Segundo a Polícia Militar, ele tem 36 anos e conduzia um veículo pertencente à própria irmã, que apontou o irmão como o provável responsável pelo acidente. O suspeito não foi localizado até o momento.


Fonte: Rondônia Atual.

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Rondônia

BR-364: Pedágio começou, mas acidentes continuam; levantamento revela sequência de mortes no trecho entre Vilhena e Porto Velho

A principal rodovia de Rondônia entrou em uma nova fase em 12 de janeiro de 2026, quando começou oficialmente a cobrança do pedágio eletrônico no sistema free flow administrado pela concessionária Nova 364. O trecho concedido possui 686,7 quilômetros e liga as regiões de Vilhena…

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BR-364: Pedágio começou, mas acidentes continuam; levantamento revela sequência de mortes no trecho entre Vilhena e Porto Velho

A principal rodovia de Rondônia entrou em uma nova fase em 12 de janeiro de 2026, quando começou oficialmente a cobrança do pedágio eletrônico no sistema free flow administrado pela concessionária Nova 364. O trecho concedido possui 686,7 quilômetros e liga as regiões de Vilhena e Porto Velho, sendo considerado estratégico para o transporte de passageiros, produção agrícola e circulação de cargas pesadas. A concessão foi assinada em julho de 2025, com prazo de 30 anos, e a cobrança passou a ser autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a partir de janeiro deste ano.

Segundo informações obtidas pelo portal de notícias Hora1Rondônia, o cenário registrado nos primeiros meses de cobrança mostra que a implantação do sistema tarifário ainda não pode ser associada, por si só, a uma redução dos acidentes. A própria PRF aponta que a BR-364 permanece como o principal eixo de criticidade da malha rodoviária federal de Rondônia: durante a primeira fase da Operação Nacional de Segurança Viária, encerrada em abril, a rodovia concentrou 76,6% dos sinistros registrados no Estado. No período específico da Semana Santa, foram contabilizados dez acidentes graves em toda a malha federal rondoniense, sem mortes, mas a predominância da BR-364 chamou atenção das autoridades.

A situação se tornou ainda mais evidente durante agosto. Levantamento publicado em 28 de agosto apontou 15 mortes em acidentes somente naquele mês na BR-364 dentro de Rondônia, sendo dez delas em trechos pertencentes à área de concessão da Nova 364. Entre as ocorrências estão colisões envolvendo veículos de carga, acidentes com motociclistas e choques frontais. Em 17 de agosto, por exemplo, uma colisão entre veículos pesados provocou mortes e incêndio na região de Itapuã do Oeste; poucos dias depois, outro acidente fatal foi registrado nas proximidades de Candeias do Jamari.

O levantamento também encontra registros graves em diferentes pontos do corredor. Em junho, três acidentes ocorridos em aproximadamente nove horas, nas regiões de Presidente Médici, Jaru e Candeias do Jamari, provocaram quatro mortes. Já no dia 27 de agosto, uma colisão entre uma caminhonete da Prefeitura de Governador Jorge Teixeira e uma carreta, na região de Ouro Preto do Oeste, terminou com quatro ocupantes mortos no local e outra vítima gravemente ferida. A sequência de ocorrências demonstra que, mesmo após o início da cobrança, o problema da segurança permanece distribuído por diferentes segmentos da rodovia.

Do ponto de vista científico e estatístico, porém, é necessário fazer uma distinção: acidente com danos materiais, acidente com feridos e acidente com óbito são categorias diferentes, e não se deve somá-las como se representassem o mesmo indicador. A PRF mantém uma base oficial de dados abertos com registros de acidentes de 2026 agrupados por ocorrência e por pessoa, permitindo justamente uma análise desse tipo. A agência informa que esses arquivos são atualizados mensalmente e que a série pode ser utilizada para estudos estatísticos e análises de segurança viária.

O que os dados disponíveis já permitem afirmar é que o início da cobrança do pedágio não foi acompanhado, até o momento, por uma interrupção da sequência de acidentes graves e mortes na BR-364. A concessionária iniciou os atendimentos operacionais ainda em setembro de 2025 e, segundo informações apresentadas pela própria empresa à ANTT, até janeiro já haviam sido realizados mais de 3,3 mil atendimentos, incluindo 129 ocorrências com atendimento pré-hospitalar. A estrutura prevista conta com bases operacionais, ambulâncias, guinchos e equipes de atendimento.

O ponto central da investigação

A comparação científica ideal deve considerar dois períodos de igual duração: por exemplo, 12 de janeiro a 30 de agosto de 2025 contra 12 de janeiro a 30 de agosto de 2026, contabilizando separadamente número de sinistros, mortes, feridos, danos materiais, gravidade, quilômetro da ocorrência e tipo de veículo. Só assim será possível responder, com rigor estatístico, se a concessão e o pedágio produziram impacto positivo, negativo ou estatisticamente insignificante sobre a segurança da BR-364. A própria ANTT mantém boletins anuais de sinistros e a PRF disponibiliza os arquivos brutos necessários para esse cruzamento.

Conclusão preliminar: até 30 de agosto de 2026, os registros públicos apontam que a BR-364 continua apresentando uma quantidade relevante de sinistros graves e mortes mesmo após o início da cobrança do pedágio. Entretanto, não é possível cravar neste momento um número total de acidentes exclusivamente entre Vilhena e Porto Velho desde 12 de janeiro sem processar a planilha integral da PRF, e também seria incorreto afirmar que o pedágio causou ou não causou aumento das ocorrências sem uma comparação estatística com o período anterior. O dado mais contundente disponível é a permanência da BR-364 como o principal eixo de acidentes graves de Rondônia e a sequência de mortes registrada ao longo dos meses de concessão.


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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