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Nereu Mezzomo apresenta pedido de direito de resposta e se manifesta sobre acidente em Cerejeiras

Em manifesto, morador de Ariquemes lamenta morte de jovem, contesta informações divulgadas sobre o acidente e afirma que colaborou com a Polícia Civil: “Mesmo com dor, a verdade precisa prevalecer”

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Em manifesto, morador de Ariquemes lamenta morte de jovem, contesta informações divulgadas sobre o acidente e afirma que colaborou com a Polícia Civil: “Mesmo com dor, a verdade precisa prevalecer”

CEREJEIRAS (RO) — Nereu Mezzomo, morador de Ariquemes, divulgou um manifesto por meio de um Pedido de Direito de Resposta Extrajudicial para apresentar sua versão sobre o acidente ocorrido em Cerejeiras, que resultou na morte de uma jovem.

No documento, Nereu inicia sua manifestação prestando solidariedade aos familiares e amigos da vítima. Segundo ele, o silêncio mantido inicialmente ocorreu em respeito ao momento de luto vivido pela família.

“Antes de tudo, quero expressar minha solidariedade à família e aos amigos da jovem que perdeu a vida no acidente em Cerejeiras. Sou pai, tenho família, e sei o tamanho dessa dor. Foi por respeito ao momento que a família da jovem atravessa que preferi manter o silêncio até agora”, declarou.

Nereu contesta informações e apresenta sua versão

Diante das informações e especulações que, segundo ele, passaram a circular sobre o caso, Nereu decidiu apresentar publicamente sua versão dos acontecimentos.

Ele afirma que a jovem teria sofrido uma queda de motocicleta antes de sua chegada ao local. Ressalta, entretanto, que as circunstâncias e causas do acidente ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes.

Nereu também chama atenção para as condições do trecho onde ocorreu a ocorrência. De acordo com seu relato, o local estava em obras e apresentava problemas de sinalização.

“A jovem sofreu uma queda de moto antes da minha chegada. A causa ainda está sendo apurada pelas autoridades, mas quem conhece o trecho sabe que ele está em obras e segue sem sinalização até hoje”, afirmou.

Segundo Nereu, quando chegou ao ponto onde havia ocorrido a queda, ainda estava escuro e ele não teria conseguido visualizar a jovem caída na pista.

“Quando cheguei ao local, poucos minutos depois, ainda estava escuro, não havia sinalização adequada, com via sinalizada ou qualquer indício de acidente, e eu não a vi caída na pista”, declarou.

“Eu era o condutor”, afirma Nereu

Outro ponto abordado no manifesto diz respeito à identificação de quem conduzia o veículo. Nereu afirma expressamente que estava ao volante e que sua esposa e dois amigos estavam com ele.

Ele também nega ter fugido do local após o ocorrido.

“Quero deixar claro que eu era o condutor do veículo. Estavam comigo minha esposa e dois amigos. E não é verdade que eu tenha fugido: parei e permaneci no local até a chegada do Corpo de Bombeiros”, declarou.

Esclarecimentos à Polícia Civil

No manifesto, Nereu afirma ainda que está à disposição das autoridades responsáveis pela investigação e que já prestou os esclarecimentos solicitados pela Polícia Civil na última terça-feira.

Para ele, diante da gravidade do caso, é legítimo que familiares busquem respostas sobre as circunstâncias da morte, mas qualquer conclusão deve respeitar o trabalho de investigação.

“Sei que uma tragédia assim gera dor, revolta e perguntas, e a família tem todo o direito de buscar respostas. Mas essas respostas precisam vir dos fatos e da apuração das autoridades, não de informações precipitadas ou ilações infundadas”, disse.

Nereu acrescentou que pretende adotar medidas judiciais contra pessoas que, segundo ele, tenham divulgado ou continuem divulgando informações que considera falsas a respeito de sua participação no episódio.

“Mesmo com dor, a verdade precisa prevalecer”

Ao encerrar a manifestação, Nereu reforça que continuará colaborando com as autoridades e defende que a apuração oficial seja respeitada antes que responsabilidades sejam atribuídas.

“Estou à disposição das autoridades e já prestei os esclarecimentos que me foram solicitados na última terça-feira pela Polícia Civil. Mesmo com dor, a verdade precisa prevalecer, e todos aqueles que fizeram ou continuam a fazer especulações inverídicas serão interpelados pela Justiça”, afirmou.

As declarações apresentadas nesta matéria correspondem à versão de Nereu Mezzomo apresentada em seu Pedido de Direito de Resposta Extrajudicial. As circunstâncias, causas e eventuais responsabilidades relacionadas ao acidente devem ser determinadas pelas autoridades competentes no curso da investigação.

VER MANIFESTO: Manifesto oficial de Nereu Mezzomo pedido de direito de resposta (2)

Fonte: Assessoria

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Justiça condena Nova 364 após motorista ficar horas sem socorro na BR-364

O caso ocorreu em 27 de março. Depois que o veículo superaqueceu e parou no acostamento, a mulher acionou repetidas vezes o atendimento emergencial da concessionária.

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Mulher de 57 anos enfrentou pane entre Porto Velho e Ariquemes, acionou o atendimento emergencial diversas vezes e terminou contratando um guincho particular; indenização total foi fixada em R$ 3 mil

A Justiça de Rondônia condenou a concessionária Nova 364 a indenizar uma motorista de 57 anos que permaneceu por horas às margens da BR-364 após o veículo apresentar problemas mecânicos durante uma viagem entre Porto Velho e Ariquemes.

O episódio aconteceu em 27 de março de 2026. Conforme as informações do processo, o automóvel superaqueceu e precisou ser parado no acostamento. A motorista então entrou em contato diversas vezes com o serviço de atendimento emergencial da concessionária e recebeu a informação de que um guincho seria enviado. O atendimento, entretanto, não chegou enquanto ela aguardava no local.

Motorista permaneceu no local até anoitecer

Segundo a sentença do 2º Juizado Especial Cível de Porto Velho, a mulher permaneceu esperando até o anoitecer em um trecho sem iluminação e com circulação intensa de veículos pesados.

Diante da demora e sem conseguir o atendimento esperado, ela precisou retirar o carro para uma propriedade rural e posteriormente contratar um serviço particular de guincho para resolver a situação.

Concessionária apresentou sua versão

Durante o processo, a Nova 364 alegou que teria encaminhado uma equipe ao local informado pela motorista, mas que os profissionais não conseguiram encontrá-la.

De acordo com a decisão relatada pela imprensa, entretanto, não foram apresentados elementos que comprovassem o atendimento, como registros do deslocamento, identificação da viatura e do motorista, relatório operacional ou dados de geolocalização.

Para a Justiça, o fato de a pane ter ocorrido no próprio veículo não eliminava a responsabilidade da concessionária de prestar assistência depois que seu serviço emergencial havia sido acionado. As sucessivas ligações realizadas pela consumidora também foram consideradas na análise do caso.

Indenização chega a R$ 3 mil

A concessionária foi condenada ao pagamento de R$ 2,5 mil por danos morais, além de R$ 500 referentes aos prejuízos materiais suportados pela motorista.

Com isso, a indenização soma R$ 3 mil, além da incidência de correção monetária e juros. A decisão ainda está sujeita a recurso.

O processo tramita sob o número 7034548-32.2026.8.22.0001, segundo reportagem publicada sobre a decisão.

Caso ocorre após início da cobrança dos pedágios

A condenação também chama atenção em meio às discussões envolvendo os serviços oferecidos aos usuários da BR-364 após a implantação dos pedágios em Rondônia.

No pórtico de Cujubim, por exemplo, a tarifa para automóveis chegou a R$ 37 em 2026. O valor das tarifas e a contrapartida oferecida aos motoristas vêm alimentando debates no estado sobre atendimento, segurança, conservação e melhorias na principal rodovia federal de Rondônia.

Fonte das informações: Rondônia Notícias – reportagem original.

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