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Em carta, Lula diz a apoiadores que vai provar sua inocência

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Em carta a apoiadores, o ex-presidente Lula diz que não descansará enquanto não provar sua inocência e que os “verdadeiros ladrões” são os que o condenaram. O documento foi lido neste sábado, 16, pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, para uma plateia de mais de mil pessoas reunidas no auditório do Sindicato dos Metroviários, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo.
Na carta, Lula voltou a afirmar que sua prisão foi motivada pelo fato de que, se estivesse livre, seria eleito presidente da República pela maioria da população brasileira. Lula está preso na superintendência da Policia Federal, em Curitiba, desde o início de abril do ano passado. Ele foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. 
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No texto, Lula se queixa da Justiça que o teria proibido de comparecer ao velório e sepultamento de seu irmão, morto em janeiro. Lula lamentou também as “perseguições” que seu neto Arthur Araújo Lula da Silva, morto em 2 de março, sofrera na escola por ser seu parente. “Prometi ao Arthur que não descansarei enquanto não provar que os verdadeiros ladrões são os que me condenaram”, escreveu Lula, reforçando que não é e nunca foi proprietário do apartamento, o triplex, do Guarujá, nem do sítio de Atibaia.
O seminário Lula Livre reúne lideres de partidos políticos, de centrais sindicais e movimentos sociais de esquerda. O seminário marca o relançamento do Movimento Lula Livre. Segundo Paulo Okamoto, o objetivo é dar as diretrizes para a criação de comitês nos Estados para apoiar a campanha Lula Livre. “Precisamos organizar as forças progressistas para primeiro tirarmos Lula desta prisão injusta, encontrar os mandantes do assassinato de Marielle e derrubar essa reforma da Previdência”, disse o presidente do Instituto Lula
fonte : Politica.Estadão

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ELEIÇÃO 2026

Bruno Scheid já em segundo lugar na disputa pelo Senado, aponta Quaest

Em sua primeira eleição, candidato do PL alcança 11%, aparece em empate técnico no grupo da frente e tem a menor rejeição entre os quatro primeiros colocados

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Bruno Bolsonaro Scheid já em segundo lugar na disputa pelo Senado, aponta Quaest

Em sua primeira eleição, candidato do PL alcança 11%, aparece em empate técnico no grupo da frente e tem a menor rejeição entre os quatro primeiros colocados

Em sua primeira disputa eleitoral, Bruno Scheid (PL) aparece entre os nomes mais citados na corrida pelas duas vagas de Rondônia ao Senado. Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra o candidato com 11% das intenções de voto na combinação das duas escolhas dos eleitores.

O resultado coloca Bruno em empate técnico no grupo da frente da disputa. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, seu percentual pode variar entre 8% e 14%. Na apresentação dos números, a pesquisa apontou empate técnico entre Bruno Scheid, Sílvia Cristina e Fernando Máximo.

O desempenho ganha destaque por ocorrer justamente na primeira eleição disputada por Bruno. Mesmo estreando nas urnas, ele já alcança dois dígitos e aparece inserido entre os nomes com maior percentual no levantamento.

Outro número favorável está na rejeição. Entre os quatro primeiros colocados, Bruno registra o menor índice de eleitores que dizem conhecê-lo e não votar nele: 15%. Fernando Máximo e Sílvia Cristina têm 16%, enquanto Mariana Carvalho registra 22%.

O escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o Senado em Rondônia chega aos 11% mesmo ainda sendo desconhecido por 64% dos entrevistados. Outros 21% afirmam que conhecem Bruno e votariam nele, enquanto 15% dizem que o conhecem e não votariam.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Bruno registra 2%. O cenário segue marcado por forte indefinição, com 83% dos eleitores sem citar espontaneamente um nome para o Senado.

Na combinação dos votos, 26% permanecem indecisos, enquanto 13% dizem que votariam em branco, anulariam ou não votariam caso a eleição fosse realizada agora.

A pesquisa ouviu 804 eleitores entre os dias 21 e 24 de agosto, em municípios de Rondônia. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi contratado pela Rede Amazônica e registrado na Justiça Eleitoral sob o número RO-05711/2026.


Fonte: Hora 1 Rondônia.

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