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Eleições 2026: TSE fará simulados com veículos de imprensa sobre divulgação dos resultados

Tribunal realizou reunião técnica nesta segunda (6) para detalhar regras de infraestrutura e de segurança, além do modelo de distribuição dos resultados

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou, nesta segunda-feira (6), uma audiência técnica on-line voltada a veículos de comunicação e empresas de tecnologia para detalhar as regras de infraestrutura e de segurança, além do modelo de distribuição dos resultados oficiais das Eleições Gerais de 2026. A reunião contou com 140 participantes de mais de 20 instituições.

Veja fotos do TSE no Flickr.

O encontro, previsto pela Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.751/2026, buscou alinhar os protocolos de divulgação dos resultados para que as plataformas privadas consumam os dados da totalização de votos sem comprometer a estabilidade digital.

Durante o evento, o TSE reafirmou que é vedado às empresas alterar qualquer conteúdo distribuído pela Justiça Eleitoral. Também ressaltou que as empresas não podem majorar o preço de seus serviços comerciais sob o pretexto de fornecer os dados da apuração, que são públicos e gratuitos.

Próximos passos

Para testar a resiliência dos sistemas desenvolvidos pelas empresas de mídia, o TSE planeja realizar uma bateria de testes que reproduzirão o fluxo de apuração de 0% a 100% dos resultados divulgados. A agenda oficial da preparação será divulgada em breve.

“Os simulados consistem na geração e disponibilização do conjunto de arquivos com as atualizações, com o objetivo de colocar as soluções [dos veículos de imprensa] à prova”, explicou o chefe da Seção de Totalização e Divulgação de Resultados do Tribunal, Wesley Melo.

Volume de dados

Wesley destacou o alto volume de dados que circulará no pleito. “Vamos ter quase 2,5 milhões de arquivos por ciclo eleitoral”, afirmou.

Ele também ressaltou a transparência e a integridade dos dados brutos que saem direto das urnas para os veículos de imprensa. “A gente divulga os arquivos da forma que eles saem das urnas eletrônicas. Divulgamos tanto o boletim de urna como o Registro Digital do Voto (RDV), sem haver qualquer alteração”, frisou.

Calendário

A realização da audiência marca o cumprimento de mais uma etapa do cronograma oficial da Justiça Eleitoral para o pleito deste ano. A partir de agora, o avanço do calendário estabelece uma contagem regressiva para a inserção dos parâmetros oficiais no Data Center do Tribunal, agendada para 3 de outubro (sábado).

O procedimento consolidará a infraestrutura digital da Corte para a abertura oficial das urnas no domingo (4), data do 1º turno das eleições, de manhã, e o início da totalização dos votos a partir das 17h.

OA/LC

Fonte: TSE

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Rolim de Moura está entre as cidades alvo da Operação Audácia contra facção criminosa em Rondônia

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Rolim de Moura está entre os municípios alvo da 11ª fase da Operação Audácia, deflagrada nesta terça-feira (7) pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), em conjunto com diversas forças de segurança.

A ação é uma continuidade das investigações de combate a uma organização criminosa com atuação em Rondônia e outros estados. Ao todo, estão sendo cumpridos 35 mandados de prisão e 89 mandados de busca e apreensão.

Além de Rolim de Moura, as ordens judiciais são cumpridas em Porto Velho, Ariquemes e Machadinho do Oeste. A operação também acontece fora do estado, com ações em Cruzeiro do Sul (AC), Humaitá (AM) e Catanduvas (PR).

Investigação mira atuação de facção criminosa

De acordo com o MPRO, os mandados foram expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho e fazem parte de um Procedimento Investigatório Criminal que apura a atuação de integrantes de uma organização criminosa.

A investigação envolve suspeitas relacionadas ao tráfico de drogas, posse e comércio ilegal de armas de fogo, além de outros crimes identificados durante as apurações.

A operação também busca localizar foragidos da Justiça e cumprir mandados de prisão que estavam em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).

Ostentação nas redes sociais chamou atenção dos investigadores

O nome “Audácia” faz referência ao comportamento de alguns investigados que, segundo o Ministério Público, utilizavam as redes sociais para ostentar armas de fogo, inclusive de uso restrito, dinheiro, drogas e símbolos ligados à organização criminosa.

Para os investigadores, as publicações representavam uma forma de desafiar as forças de segurança e demonstrar influência nas regiões onde o grupo tentava atuar.

A ação contou com a participação de equipes do GAECO do MPRO, do GAECO do MPAC, da Força Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da SESDEC (FTICCO), da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal (PF), do Batalhão de Operações Especiais da PMRO (BOPE), do Batalhão de Choque da PMRO (BPCHOQUE), do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação da PMRO (BPTAR), do Batalhão de Polícia de Fronteiras e Divisas da PMRO (BPFRON), do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) e de Forças Táticas dos 11 Batalhões da PMRO, do Centro de Inteligência da PMRO (CI), da Coordenadoria Regional de Policiamento I da PMRO (CRP-I), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da PCRO, da Delegacia Especializada em Repressão a Extorsões, Roubos e Furtos (DERF) da PCRO, da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (DECON) da PCRO, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da PCRO, da Gerência de Aviação da SESDEC (GAVE), do Grupamento de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar (GOA/CBMRO), da Gerência Especializada em Operações Penais da Polícia Penal (GEOP), do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais da SEJUS (GAPE), da Polícia Técnico-Científica (POLITEC), além da Penitenciária Federal de Catanduvas/PR e da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), totalizando um efetivo superior a 300 (trezentos) agentes.

Fonte: Alerta Rolim

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