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Indígenas bloqueiam a BR-364 para exigir melhorias na saúde, em Cacoal

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Um grupo de indígenas realiza na manhã desta quarta-feira (08), uma manifestação com bloqueio total da rodovia BR-364, na altura da ponte do distrito de Riozinho, em Cacoal (RO).

O protesto gera grandes filas de veículos em ambos os sentidos da pista e mobiliza forças de segurança.​A principal pauta dos manifestantes é a cobrança pela exoneração imediata da coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena, identificada pelas lideranças como Median.

Além disso, o movimento cobra reformas estruturais e urgentes na assistência médica prestada às suas comunidades.

​De acordo com os líderes da mobilização, a saúde nas aldeias enfrenta uma crise severa devido à falta de gestão. Entre os problemas mais graves apontados pelo grupo estão:

  • ​Falta crônica de medicamentos: Comunidades sofrem com o desabastecimento de remédios essenciais.
  • ​Frota sucateada: Os veículos destinados ao transporte de pacientes até os centros urbanos encontram-se avariados ou sem condições de uso.
  • ​Falhas em urgências: O atendimento de urgência e emergência é apontado como deficiente.
  • ​Falta de assistência básica: Segundo os manifestantes, nem sequer os serviços primários básicos de saúde têm sido assegurados de maneira contínua, o que compromete gravemente a qualidade de vida e o acesso das populações indígenas aos seus direitos constitucionais.

​O bloqueio concentra-se sobre a ponte do distrito de Riozinho. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) já estão no local acompanhando o andamento do protesto com o objetivo de mediar o diálogo, garantir a segurança dos manifestantes e motoristas, além de orientar o tráfego rodoviário na região.

​O DSEI Vilhena é um órgão diretamente vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que faz parte do Ministério da Saúde e responde pela gestão da atenção primária de saúde nas terras indígenas daquela área de abrangência.

​Falta de posicionamento oficial

​Até o momento do fechamento desta reportagem, nem a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e nem o Ministério da Saúde haviam emitido um posicionamento oficial sobre as acusações e o pedido de destituição da coordenadora regional.

Fonte: rondoniaovivo

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PARE E SIGA: BR-364 é parcialmente liberada durante protesto de indígenas em Cacoal

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Um protesto realizado por comunidades indígenas na manhã desta quarta-feira (08) provocou a interdição da BR-364, na altura da ponte do distrito de Riozinho, em Cacoal (RO). Após um período de bloqueio total que gerou grandes filas de veículos em ambos os sentidos, a concessionária Nova 364 informou que o tráfego passou a fluir parcialmente no quilômetro 224.

​O local segue sob monitoramento e está devidamente sinalizado. Equipes de inspeção de tráfego da concessionária e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão na região para orientar os motoristas, garantir a segurança e mediar o diálogo com os manifestantes.

​A principal pauta do movimento é a cobrança pela exoneração imediata da coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena, identificada pelas lideranças como Median.

O grupo denuncia uma crise severa na gestão da saúde voltada às comunidades da região e exige reformas estruturais urgentes.

​De acordo com os líderes da mobilização, as aldeias enfrentam sérios problemas que comprometem direitos constitucionais básicos.

Entre as principais queixas estão:

  • ​Falta crônica de medicamentos: Desabastecimento generalizado de remédios essenciais nas comunidades.
  • ​Frota sucateada: Veículos destinados ao transporte de pacientes para centros urbanos estão avariados ou sem condições de uso.
  • ​Deficiência em urgências: Falhas graves nos atendimentos de urgência e emergência.
  • ​Falta de assistência básica: Interrupção e precariedade nos serviços primários de saúde.

​O DSEI Vilhena é um órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), sob o guarda-chuva do Ministério da Saúde, responsável pela atenção primária nas terras indígenas daquela área.

​Até o momento da publicação desta reportagem, nem a Sesai e nem o Ministério da Saúde haviam se pronunciado oficialmente sobre as acusações ou sobre o pedido de destituição da coordenadora regional.

Aos motoristas que precisam passar pelo quilômetro 224 da BR-364, a orientação é reduzir a velocidade, redobrar a atenção à sinalização e seguir rigorosamente as instruções das equipes da PRF e da concessionária no local.

fONTE: RONDONIAOVIVO

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